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Homem assinando contrato

Troca de fornecedor: como fazê-la sem impactar os negócios?

Toda empresa precisa de parceiros para manter o negócio em funcionamento. Contudo, em dado momento, é necessário fazer a troca de fornecedor por diversos motivos, seja por custo-benefício, prazo de entrega ou alinhamento entre as companhias, por exemplo.

É justamente sobre esse assunto que trataremos neste artigo. Continue lendo!

Quando realizar a troca de fornecedor?

É normal permanecer com os mesmos fornecedores por muitos anos, mas, algumas vezes, essa ação pode impedir a empresa de identificar oportunidades tanto para otimizar custos, quanto para adquirir insumos ou serviços de melhor qualidade. 

Por isso, é importante ter atenção a alguns momentos-chave para fazer a troca de fornecedor. Veja quais são eles:

  • descumprimento de prazos; 
  • aumento excessivo de preço;
  • desatualização do produto ou serviço; 
  • análise de concorrentes com melhor custo-benefício.

Descumprimento de prazos

Cumprir os prazos previamente estabelecidos em contrato é um requisito mínimo para manter uma relação com um fornecedor. A partir do momento em que as datas acordadas não são respeitadas, acende um alerta a respeito daquele parceiro.

Aumento excessivo de preço

Faz parte das práticas do mercado atualizar os preços de produtos e serviços para acompanhar a inflação. Porém, quando feita de maneira excessiva e sem aviso prévio, essa prática pode impactar negativamente o seu negócio e o seu fluxo de caixa.

Desatualização do produto ou serviço

Após anos com o mesmo fornecedor, você começa a perceber que seus produtos ou prestação de serviços estão desatualizados em relação aos concorrentes? Mais um sinal para avaliar se aquele parceiro continua fazendo sentido para o seu negócio. 

Análise de concorrentes com melhor custo-benefício

Ao fazer uma pesquisa de mercado e descobrir concorrentes com um melhor custo-benefício, pondere sobre a troca de fornecedor para ter acesso a insumos de mais qualidade para a sua empresa.

Como fazer a troca de fornecedor sem afetar o funcionamento da empresa?

Após identificar que existe de fato a necessidade de realizar a troca de fornecedor, pode ser que surja a dúvida sobre como fazer isso sem impactar o andamento dos negócios. 

A boa notícia é que, seguindo alguns passos básicos, é possível fazer a transição gradualmente e sem atritos entre as partes.

Continue lendo e veja como. 

Planeje-se para a troca de fornecedor

O primeiro passo para fazer mudanças de parceiros do negócio é estruturar um planejamento com antecedência. Isso é válido tanto para a sua empresa estar apta à troca quanto para o fornecedor não ser pego desprevenido. 

Além, é claro, do fato de que alguns contratos podem prever um prazo mínimo de aviso antes do encerramento do trabalho. 

Então, comece a se estruturar para o processo alguns meses antes, pois assim você terá tempo hábil para lidar com qualquer contratempo sem prejudicar o seu negócio. 

Pesquise, pesquise, pesquise

A etapa de pesquisa é determinante para garantir uma troca de fornecedor de sucesso, especialmente considerando aqueles parceiros imprescindíveis para o funcionamento do seu negócio. 

Dedique uma parte considerável do seu tempo para fazer uma lista de potenciais fornecedores, veja os diferenciais de cada um, compare preços, custo-benefício, prazos de entrega, cláusulas sobre quebra de contrato e suas garantias ao longo da parceria. 

Teste o produto ou serviço antes de fechar o negócio

É um tanto arriscado contratar um fornecedor sem saber exatamente como seu produto ou serviço funciona na prática. Verifique com as empresas da sua pesquisa se elas oferecem um período de “testes” ou se o contrato prevê o cancelamento da contratação em caso de insatisfação em um prazo específico.

O importante é ter a oportunidade de comparar os trabalhos de diferentes parceiros para decidir qual faz mais sentido para o seu negócio considerando as necessidades, demandas e prazos da sua empresa.

Faça um alinhamento com os colaboradores impactados pela mudança

Após escolher o novo fornecedor, faça um alinhamento com os colaboradores que passarão pela mudança. Explique como o processo vai acontecer, o que será feito de diferente, quando o contrato começa a valer, enfim, todos os detalhes da nova dinâmica. 

Esse passo deve ser realizado com antecedência, assim todos estarão preparados para a troca e não serão impactados negativamente de nenhuma forma.

Defina as datas de encerramento e início dos contratos

As datas podem ser um ponto crítico na troca de fornecedor, então defina com atenção o término do contrato antigo e o início do novo para não ficar descoberto nenhum dia. 

Talvez até valha ter um período de “sobreposição” apenas para garantir que não faltará o insumo que você precisa, mesmo que isso signifique estocar o produto. No caso de prestação de serviços, o ideal é o contrato novo iniciar assim que o antigo terminar. 

Por segurança, considere ter um plano de ação para uma possível janela sem fornecedor.

Já considerou trocar seu fornecedor de energia elétrica?

Uma pesquisa feita pelo Ibope e pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) mostra que 80% dos entrevistados gostariam de ter a oportunidade de escolher seu fornecedor de energia elétrica

Isso é possível no Mercado Livre de Energia, modelo defendido pela própria Abraceel, pois garante maior competitividade ao setor. Para fazer a migração, é preciso atender a alguns requisitos mínimos, como fazer parte da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e se enquadrar nas especificações abaixo:

  • Consumidor Livre: tem uma demanda mínima de 1 MW e pode escolher o fornecedor de energia elétrica por meio de livre negociação;
  • Consumidor Especial: tem uma demanda entre 500 kW e 1 MW, podendo adquirir energia de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) ou de fontes renováveis como  eólica, biomassa ou solar;
  • Comunhão: caso a empresa não tenha demanda suficiente para conseguir entrar no Mercado Livre, é possível fazer uma comunhão de cargas com outras unidades consumidoras para atingir o mínimo necessário de 500 kW. Isso é válido para consumidores com o mesmo CNPJ e alocados no mesmo submercado ou localizados em áreas que não são separadas por vias públicas.

Saiba mais sobre como mudar de fornecedor de energia elétrica no Brasil.

Também temos um e-book gratuito explicando o passo a passo dos processos necessários para a migração para o Mercado Livre de Energia. Baixe agora mesmo. 

Aproveite e confira no vídeo abaixo quais são as vantagens e desvantagens do Mercado Livre de Energia:

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