Aprenda como definir metas financeiras para sua empresa

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Você já deve ter lido por aí a frase “Metas são como flechas. Quanto mais alto você mira, mais longe você alcança”. Então, a definição de metas financeiras para empresas é como fazer um ajuste de mira.

Seu objetivo é chegar em um determinado ponto, realizando uma série de esforços, mas se conseguir dar um passo a mais será ainda melhor.

A gestão financeira é uma parte importante de todo negócio, afinal, para prosperar no mercado é preciso ter fôlego para manter as operações funcionando.

E além da parte operacional do trabalho, é importante evoluir e crescer no mercado para se dedicar a novos desafios.

Neste artigo reunimos algumas dicas para te ajudar a definir metas financeiras para empresas e exemplos de metas para o setor financeiro que vão impulsionar o seu negócio.

Boa leitura!

Como definir metas financeiras para empresas?

Um ponto importante quando falamos em metas financeiras empresariais é que as definições precisam ser objetivas e apontar um caminho para ação.

Para chegar nesse resultado, existe uma técnica simples, mas muito eficiente que é o método SMART.

O SMART do nome não significa apenas a tradução literal do inglês que é inteligente. Cada letra representa um atributo que uma meta deve possuir para que ela faça sentido.

Então, se você tem dificuldades para criar um planejamento de metas financeiras empresariais, essa técnica pode ser uma boa aliada.

O que é o método SMART?

A técnica SMART é um método que pode ser usado para as empresas definirem tanto as metas financeiras quanto outros tipos de metas.

Cada uma das letras da palavra SMART tem um significado que pode ser entendido como atributos que uma meta deve ter. São eles:

  • Specific: Específico;
  • Measurable: Mensurável;
  • Attainable: Atingível;
  • Relevant: Relevante;
  • Time Based: Temporal.

Agora, vamos falar de cada um separadamente para orientar a definição das metas financeiras da sua empresa.

Specific (Específico)

O primeiro atributo que as metas financeiras para empresas devem ter é serem específicas, ou seja, ser clara na proposição do objetivo pretendido.

Um exemplo de meta financeira específica de uma empresa seria: diminuir os custos com energia elétrica em 10%.

Assim, a meta ganha uma forma e não se torna uma proposta genérica, de onde ninguém sabe como começar.

Leia também: Entenda como funciona o Gerenciamento de Energia Elétrica para redução de custos.

Measurable (Mensurável)

Outro detalhe importante para definir metas financeiras para empresas é associá-la a um número, quantidade ou unidade de medida. Ou seja, no futuro será possível mensurá-la.

Por exemplo: fechar X vendas por dia, aumentar o faturamento em tantos mil, manter a empresa com X% de energia renovável.

Attainable (Atingível)

Todas as metas financeiras para empresas precisam ser atingíveis. Isso significa que elas devem ser possíveis de serem conquistadas.

Se você faz o cálculo do consumo de energia da sua empresa, poderá concluir que diminuir o consumo em 10% será uma grande redução para um primeiro momento.

Então, baseie suas metas empresariais em análises de dados consistentes que permitam planejar algo que realmente pode ser alcançado.

Relevant (Relevante)

Outro aspecto importante das metas financeiras para empresas é que elas sejam relevantes para influenciar positivamente o crescimento do negócio.

Associe as metas financeiras aos objetivos estratégicos da sua empresa para dedicar o tempo da equipe a favor de mudanças importantes.

Time Based (Temporal)

O último aspecto que as metas financeiras SMART devem ter é um prazo para que a definição seja alcançada.

Estabeleça uma data final para que depois seja possível analisar o trabalho e onde a equipe chegou em relação a cada meta.

Seguindo esses passos, todas as metas financeiras empresariais serão bem definidas e vão ajudar a equipe a se organizar e dividir o trabalho.

3 exemplos de metas para o setor financeiro

Reunimos abaixo uma lista com exemplos de metas financeiras para empresas que são definidas por muitos negócios.

Porém, cada empresa tem suas necessidades dentro do próprio mercado, então as ideias a seguir podem servir de inspiração para começar. Confira!

1. Automatizar tarefas financeiras

Processos manuais sempre estão vulneráveis a erros humanos. Dependendo do porte da empresa, o volume de tarefas financeiras é grande.

Por isso, investir na automação dos processos de gestão financeira é uma meta que pode ajudar a diminuir erros e garantir a satisfação dos clientes.

Exemplo de meta: Automatizar 2 tarefas prioritárias nos primeiros seis meses do próximo ano.

2. Reduzir o custo com energia

Atualmente, os gastos com eletricidade estão altos e todos os consumidores (residenciais e comerciais) sentem o impacto das tarifas de energia.

Para criar uma meta financeira nesse sentido é importante analisar:

  • o valor gasto atualmente;
  • onde a empresa gasta mais energia;
  • quais são as alternativas viáveis para redução;
  • fazer uma pesquisa de preços de fontes de energia alternativas e como obtê-las;
  • quanto tempo leva para implementar a mudança;
  • migração para o ACL.

Depois dessa análise, um exemplo de meta pode ser: Diminuir em 13% o gasto de energia no primeiro trimestre do ano.

3. Quitar dívidas em aberto

Se uma das metas financeiras para empresas envolve economizar, outra pode se aproveitar desse resultado para eliminar situações ruins como as dívidas.

Então, se o negócio possui pendências, analise qual o montante devido e planeje quanto reservar por mês para quitar as pendências mais caras.

Exemplo de meta: Destinar R$ 1.000 por mês para pagar as dívidas da empresa, quitando todas até o fim do ano corrente.

Pronto para começar as metas financeiras da sua empresa?

Usando o método SMART como base, ficará mais fácil definir metas financeiras mais assertivas para empresas e que vão contribuir para o crescimento do seu negócio.

E já que estamos falando de finanças, você pode baixar gratuitamente nosso e-book para aprender ‘Como aumentar o seu saving em compras?’.

O material explica o conceito de saving, estratégias para aumentá-lo e um passo a passo para aplicar sem erro.

Está em busca de uma forma de economizar nos gastos com energia? Conheça a Esfera e saiba quais estratégias de contratação podem favorecer mais o seu negócio.

Dicas de gestão de maquinário e manutenção para indústria

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Com um planejamento bem feito, as indústrias conseguem se antecipar em relação aos problemas em potencial de seus equipamentos e traçarem planos para preveni-los. Essa tarefa faz parte da gestão de maquinário e traz muitos benefícios, especialmente financeiros para as empresas.

Afinal, depois de investir na criação de um conjunto de máquinas modernas para melhorar o sistema de produção, é necessário pensar em formas de otimizar ao máximo a infraestrutura criada.

Nesse caminho, os gestores devem combinar a eficiência dos equipamentos ao seu uso e manutenção corretos, pois isso impacta na gestão de custos de maquinário.

Os gastos com combustível, manutenção preventiva, consumo de energia elétrica, segurança, horas de uso, entre outros detalhes, devem ser analisados para que os processos de produção sejam mais eficientes.

Pensando nisso, reunimos neste artigo algumas dicas de gestão de maquinário para sua empresa aproveitar ao máximo os ativos, sem perder eficiência e produtividade da equipe. Boa leitura!

O que é gestão de maquinário?

A gestão de maquinário é o processo de gerenciamento do uso e dos custos relacionados aos equipamentos que uma empresa possui para executar suas atividades operacionais.

Além dos custos relacionados a compra e utilização das máquinas, também entra na conta os gastos com manutenção, o que garante que a vida útil de cada equipamento seja bem aproveitada, duradoura e melhore o rendimento e os resultados. 

O objetivo é analisar e planejar qual a melhor forma de economizar e onde os custos podem ser mais enxutos. Para isso, a equipe responsável pela gestão de maquinário analisa os custos fixos e variáveis e identifica se existem gastos desnecessários, quais podem ser economizados, etc.

As demandas da gestão de maquinário podem variar de acordo com a atividade da empresa, mas alguns desafios relacionados a essa área são comuns, como economia de energia elétrica, por exemplo.

Para ter uma gestão eficiente, é fundamental investir na criação de um planejamento e em conhecimentos profundos sobre o gerenciamento de ativos para organizar as manutenções, treinamentos e melhores práticas de produção.

5 dicas gestão de maquinário e manutenção

Reunimos a seguir algumas dicas de gestão de maquinários que ajudam na organização geral e que também impactam nos custos, para que você consiga analisar como melhorá-los dentro do seu negócio.

Continue a leitura e aprenda como fazer ajustes positivos nos seus processos de gerenciamento:

1. Faça uma listagem de todas as máquinas

A primeira dica de gestão de maquinário é fazer uma listagem de todos os equipamentos existentes na empresa e que são ativos-chave da produção. 

O objetivo é ter uma visão geral sobre o maquinário que a empresa possui, especificando detalhes como:

  • tipo de máquina;
  • quantidade;
  • preço e ano da compra;
  • data de fabricação, etc.

Esses dados são úteis para avaliar o desempenho das máquinas, a vida útil de cada item e a necessidade de manutenção.

2. Controle os custos fixos e variáveis

Manter um conjunto de máquinas operando com eficiência e sem defeitos gera diversos custos fixos e variáveis para as empresas. Então, ter o controle dos custos relacionados ao maquinário é importante para saber o que pode ser enxugado e o que é essencial.

Os principais custos fixos relacionados a gestão de maquinário se referem aos gastos com cada ativo, mesmo se ele não estiver em uso como:

  • espaço para armazenamento das máquinas;
  • seguro de proteção dos equipamentos (acidentes, falhas, imprevistos);
  • juros e depreciação dos ativos.

Já os custos variáveis envolvem as despesas mensais ou que são realizadas com um determinada frequência como:

  • consumo de energia;
  • combustível;
  • manutenção corretiva (substituição ou reparo de peças);
  • manutenção preventiva (limpeza de filtro, lubrificação, testes de desempenho).

Esses são apenas alguns exemplos de custos e você pode incluir no controle financeiro do seu negócio todos os gastos relevantes.

Controlando os custos fixos e variáveis é possível aumentar o saving em compras e, com isso, potencializar os lucros do seu negócio. Aprenda estratégias eficientes para conseguir um saving vantajoso em cada aquisição com as dicas do e-book ‘Como aumentar o saving em compras’. O download é gratuito!

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3. Planeje as manutenções preventivas

Na gestão de maquinário, o objetivo é executar corretamente as manutenções  preventivas que cada equipamento exige para evitar as manutenções corretivas.

Além da segunda opção ser mais cara, a produtividade da equipe é afetada com as interrupções realizadas para correção e o equipamento também perde valor com isso.

Então, fazer a regulagem, verificar as peças, fazer limpezas, aplicar lubrificantes nas engrenagens, etc. são processos preventivos e que permitem aproveitar o máximo do potencial das máquinas e até prolongar sua vida útil.

Uma forma simples de organizar o planejamento de manutenção preventiva é seguindo a recomendação do próprio fabricante sobre a frequência e o que deve ser verificado periodicamente.

4. Otimize os gastos com energia elétrica

Manter um conjunto de máquinas ativo gera um gasto significativo de energia elétrica, principalmente nas indústrias focadas em alta produção.

Por isso, a gestão de maquinário deve incluir uma análise das possibilidades de economizar nesse recurso. O ponto principal é conseguir reduzir o quanto é pago pela energia, sem interferir no desempenho operacional.

Então, uma boa estratégia é conhecer novas formas de comprar energia. No Brasil, além da forma tradicional de obtenção de energia, existe a possibilidade de migração para o Mercado Livre de Energia.

Nele, os consumidores negociam preços, prazo, volume e forma de pagamento diretamente com as geradoras ou comercializadoras de energia elétrica. Os preços são muito competitivos e é possível alcançar até 35% de redução de custos com energia elétrica.

Confira no vídeo abaixo, como é calculado o preço da energia elétrica no Mercado Livre e como isso pode beneficiar sua empresa:

5. Crie treinamentos para atualização e reciclagem

A longevidade dos equipamentos também depende da operação adequada das máquinas. Então, é importante incluir sessões de treinamento para atualização e reciclagem dos funcionários.

Esse processo de gestão de maquinário é importante tanto para novos quanto para antigos funcionários. Dessa forma, a equipe consegue executar sua etapa da produção com mais eficiência, utilizando técnicas modernas e ágeis.

Conheça mais sobre o Mercado Livre de Energia

Se você se interessou pela nossa dica sobre otimização dos gastos de energia porque é justamente onde as contas da sua empresa são bastante altas, migrar para o Mercado Livre de Energia pode ser a solução que você procura.

Além da liberdade para negociar e a isenção de cobrança de bandeiras tarifárias, sua empresa pode economizar até 35% na conta de luz. Baixe gratuitamente o e-book abaixo e entenda tudo sobre esse mercado:

A Esfera Energia faz a consultoria completa para ajudar empresas a migrarem para o Mercado Livre de Energia. 

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Qual o poder de barganha dos fornecedores e como lidar com ele?

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Já ouviu falar na terceira força de Porter que é o poder de barganha dos fornecedores? Neste artigo, vamos explicar a influência que esse fator tem nas relações de compra e venda entre empresas e como reduzir seu impacto e ganhar flexibilidade para negociar.

Em 1979, Michael Porter, então professor adjunto da Harvard Business School e especialista em Administração e Economia, publicou seu primeiro artigo na Harvard Business Review (a revista da instituição) intitulado “As cinco forças competitivas que moldam a estratégia“.

O artigo foi o pontapé para uma revolução nos estudos sobre estratégia competitiva para empresas. Até hoje, o texto é muito relevante e usado pelos gestores como base para as tomadas de decisão, colocando em prática as “5 forças de Porter” que são:

  1. Ameaça de novos participantes
  2. Rivalidade entre os concorrentes existentes
  3. Poder de barganha dos fornecedores
  4. Poder de barganha dos clientes
  5. Ameaça de produtos ou serviços substitutos

Nosso foco será primeiro no poder de barganha dos fornecedores e depois também abordaremos como o cliente pode usar sua capacidade de barganha para equilibrar as negociações. Boa leitura!

O que é poder de barganha dos fornecedores?

O poder de barganha dos fornecedores é a capacidade que eles possuem, diante dos clientes, de discutir suas propostas de preço, fazendo exigências e até pressão para alcançar seu objetivo com a venda.

Analisar a influência dessa força nas relações comerciais é importante porque o cliente que tem apenas um fornecedor com quem negociar, por exemplo, fica totalmente vulnerável aos termos que ele propõe para a compra.

Então, é necessário pensar na relação fornecedor-cliente como uma interação de interesse mútuo, ou seja, ambos querem o melhor negócio. Para isso, sair da sombra da dependência do fornecedor é essencial.

Como lidar com o poder de barganha dos fornecedores?

Agora que você entendeu o que é o poder de barganha dos fornecedores, vamos falar de como lidar com esse “trunfo” e não se tornar dependente dele.

Como um potencial cliente para outras empresas, a melhor forma para não se colocar em uma posição desprivilegiada nas negociações é tendo mais de uma opção de fornecedor para negociar.

Excluir totalmente o poder de barganha dos fornecedores da equação não é possível. Porém, a partir do momento que você tem mais de uma oferta, conhece os termos de cada uma e resolve negociar com o fornecedor X porque o considera melhor, você ganha tanto poder e argumentos quanto ele, para renegociar o valor ou outro aspecto da proposta.

Os tomadores de decisão das empresas precisam estar atentos também ao comportamento do fornecedor no momento da venda.

Dá para barganhar demonstrando interesse moderadamente, mesmo sendo a melhor opção, e usar as propostas dos outros fornecedores para conseguir um bom acordo pelo produto ou serviço.

Aprenda mais estratégias que vão aumentar o saving em compras e ajudar a lidar com o poder de barganha dos fornecedores, obtendo propostas vantajosas financeiramente. Faça o download gratuito do ebook e confira todas as dicas.

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Como reduzir o poder de barganha dos fornecedores?

Além de ter mais de um fornecedor para os serviços que sua empresa precisa, separamos mais dicas para reduzir o poder de barganha dos fornecedores.

1. Conheça o produto ou serviço que você deseja comprar

Antes de entrar em contato direto com um fornecedor, faça uma pesquisa sobre o produto ou serviço para saber:

  • média de valor cobrado;
  • se existe quantidade mínima (no caso de produtos);
  • quais recursos são oferecidos;
  • o que é padrão nas ofertas, etc.

Um cliente bem informado vale por dois e isso ajuda a reduzir o poder de barganha dos fornecedores, pois você tem informações para analisar se está recebendo uma oferta justa ou se ela está muito além do que é praticado no mercado.

2. Seja cuidadoso ao fazer uma contraproposta

A competitividade e a concorrência estão mais em alta do que nunca no mercado, mas isso não significa esquecer as regras para uma boa negociação.

Então, tenha cuidado ao fazer uma contraproposta para oferecer acordos justos que você também aceitaria se recebesse. Seja transparente sobre as suas necessidades e mostre seus argumentos para aumentar a chance de fechar negócio.

Assim, sua empresa consegue manter uma lista de fornecedores confiáveis e que terão interesse em atendê-lo sempre que sua empresa precisar.

3. Não tome decisões apressadas

Quando você não tem tempo para analisar uma proposta, o poder de barganha dos fornecedores é gigante, pois ele percebe sua urgência de fechar a proposta.

Então, o melhor é planejar com antecedência as demandas de contratação para encontrar mais opções de fornecedores e ter condições de analisar prós e contras de cada oferta recebida.

Qual é o poder de barganha dos clientes?

O poder de barganha dos clientes também faz parte das 5 Forças de Porter, afinal, quem compra tem um grande valor para os fornecedores, já que contribuem com pedidos constantes.

Aliás, as compras frequentes são um poder que os clientes podem usar para barganhar, assim como o volume dos pedidos.

Saiba quais são as características do seu negócio que são valorizadas no mercado e use a seu favor para negociar com os melhores fornecedores.

Isso é importante para conseguir boas propostas e comparar os valores e a forma de prestação de serviço e condições de cada fornecedor.

Outro ponto importante é que quanto mais empresas fornecedoras de um determinado item você conhecer, menos risco corre de ficar dependente de um fornecedor só. Dessa forma, é possível criar uma lista de fornecedores qualificados e contratá-los com segurança.

Aprenda a negociar compra de energia na sua empresa

Entender o poder de barganha dos fornecedores é importante para entrar preparado em negociações de qualquer mercado.

No setor elétrico, esse conhecimento é valioso, especialmente, se você decidiu migrar para o Mercado Livre de Energia.

No Ambiente de Contratação Livre (ACL), as empresas podem negociar com diferentes fornecedores de energia, seguindo as regras existentes, para obter o melhor valor de compra para sua energia.

Baixe gratuitamente o e-book ‘Passo a passo dos processos de migração para o Mercado Livre de Energia’ e saiba os benefícios dessa mudança, como otimizar resultados e economizar.

A Esfera Energia faz a consultoria completa para ajudar empresas a migrarem para o Mercado Livre de Energia. 

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O que são custos de manutenção e como diminuí-los na minha empresa?

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Se na sua empresa os custos de manutenção são vistos como algo não essencial para os negócios, é hora de repensar essa ideia, pois investir para manter é muito melhor do que gastar para consertar.

A ideia pode ser aplicada desde a gestão de maquinário até os serviços essenciais como energia, água, limpeza, etc. que auxiliam no processo de produção e no funcionamento geral do ambiente de trabalho.

Por isso, criar uma cultura organizacional que valorize a gestão de custos de manutenção é o primeiro passo para que essas atividades sejam mantidas e executadas nos prazos corretos.

Quer aprender como analisar, planejar e reduzir os custos de manutenção? Continue a leitura e confira as principais dicas para fazer um bom planejamento na sua empresa.

O que são custos de manutenção?

Os custos de manutenção são todas as despesas relacionadas a serviços que mantém a organização e o andamento das atividades operacionais de uma empresa como limpeza, compra de ferramentas de conserto, peças de reposição, segurança, reparo de máquinas, mão de obra, etc.

No dia a dia de uma fábrica, por exemplo, podem acontecer várias ocorrências inesperadas, o que é algo normal, porém é importante conhecer as operações para identificar pontos de vulnerabilidade e agir sobre eles com antecedência.

Dessa forma, os gestores de cada setor conseguem saber quais são suas necessidades de manutenção para evitar falhas mais graves que podem prejudicar os resultados.

A vantagem de fazer esse controle é conseguir reduzir os custos de manutenção não só se antecipando a eles, mas também tendo a oportunidade de encontrar soluções com melhor custo-benefício.

Se uma empresa gasta muita energia elétrica devido a utilização de máquinas, ela pode estudar formas de baratear o consumo negociando sua energia no Ambiente de Contratação Livre (ACL).

Por isso, entender os custos de manutenção como uma forma de prevenir problemas maiores e mais onerosos, é muito importante para ter saúde financeira nos negócios.

Quais são os custos de manutenção?

Como destacamos acima, os custos de manutenção envolvem atividades de reparo e conservação relacionadas a diversos setores da empresa como gestão de pessoas, produção, administração, serviços gerais, entre outros.

Alguns exemplos de custos de manutenção são:

  • mão de obra fixa e terceirizada;
    compra de ferramentas;
    estoque de peças de reposição;
  • materiais de manutenção (graxa, lubrificantes, etc.);
  • compra de produtos de limpeza;
  • equipamentos de proteção individual, entre outros.

Ou seja, são investimentos que mantêm as atividades em condições de serem realizadas, sem prejudicar o trabalho da equipe.

Categorias de custos

É importante entender também como os custos de manutenção são categorizados para fazer uma boa análise e planejamento dessas despesas. São elas:

Custos diretos: incluem mão de obra, peças, ferramentas, contratação de serviços, etc.

Custos indiretos: vêm da depreciação dos equipamentos (perda de valor pelo tempo de uso) e de gastos com a reparação de falhas.

Custos induzidos: estão relacionados às interferências que as falhas causam no andamento do trabalho de produção, como despesa com hora extra para compensar o conserto de uma máquina.

Como controlar o custo de manutenção?

Com uma boa gestão de custos de manutenção, é possível controlar o valor dos investimentos e manter a eficiência de cada setor do negócio. Aprenda como alcançar esse resultado com as dicas a seguir:

Planeje-se

Sem um planejamento forte e bem feito, a sua empresa não terá um controle eficiente sobre onde e porque o dinheiro é investido.

Como todos os setores exigem manutenções de formas e em frequências diferentes, pode ser feito um levantamento para registrar quais são os custos de cada um. Dessa forma, é possível identificar onde as demandas são maiores, programar sua execução e acompanhar os resultados.


Tenha um cronograma de manutenção preventiva

Os equipamentos são ativos essenciais e que devem funcionar sem erros, defeitos ou falhas por um longo período. Mas para usufruir de toda a vida útil das máquinas, é necessário que as manutenções preventivas estejam em dia.

Criando um cronograma, fica mais fácil planejar as pausas para momentos mais adequados e que não vão interferir na produção. Além disso, a equipe também pode se preparar e organizar a rotina de trabalho para manter a produtividade.

Crie um esquema para lidar com falhas

Mesmo que o objetivo seja evitar falhas e defeitos, eles podem acontecer em um algum momento. Por isso, é importante ter um esquema definido para saber como agir.

Se uma máquina para ou um grupo de funcionários ficou doente, defina quais serão as medidas tomadas para contornar a situação. Por exemplo: quem deve ser avisado e como a equipe será redistribuída até a volta de todos.

Isso evita o aumento de custos induzidos que podem onerar ainda mais o caixa da empresa.

Tenha bons fornecedores

Outras formas de controlar os custos de manutenção é criar uma rede de bons fornecedores.

Sua empresa terceiriza mão de obra de manutenção? Ter uma empresa parceira que cobre um preço vantajoso para estar sempre à disposição é uma estratégia válida.

Outra área em que é possível economizar, é nos gastos de energia. Com o preço atual em constante alta, encontrar novas possibilidades de compra ajuda na gestão de custos.

No Brasil, existe o Mercado Livre de Energia, um ambiente de contratação exclusivo para empresas negociarem a compra e venda com diversas vantagens. Uma delas é pagar mais barato para atender a demanda de energia necessária.

Dê o play no vídeo abaixo para entender como funciona esse mercado e o processo de migração:

Conheça novas possibilidades de compra de energia

Seguindo as dicas acima, você consegue melhorar a gestão de custos de manutenção de todos os setores da sua empresa, conhecendo melhor o que cada área precisa.

Com essa organização, você também pode investir tempo para conhecer novas possibilidades de investimentos que vão ajudar a modernizar o seu negócio.

A compra de energia é um dos custos que podem ser otimizados, fazendo a migração para Mercado Livre de Energia. Para saber mais sobre esse assunto, recomendamos o download gratuito do e-book:

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O que são os insumos de uma empresa? Como gerenciá-los?

insumos de uma empresa

Para manter um negócio operando adequadamente, é preciso que os insumos de uma empresa sejam gerenciados de maneira estratégica e que os fornecedores tenham recursos de qualidade.

Normalmente, algumas dúvidas surgem a respeito desse assunto, como quais são os principais insumos de uma empresa, qual a diferença entre insumos e matéria-prima, assim como controlar melhor os recursos para reduzir custos para o negócio.

Abordaremos a seguir cada um desses pontos. Confira!

O que são insumos de uma empresa?

Os insumos de uma empresa são todos os materiais utilizados para produzir um item ou prestar um serviço, mas não precisam fazer parte do produto final em si. São três principais tipos de insumos:

  • natural: como água e energia, normalmente relacionado à matéria-prima;
  • trabalho: como mão de obra, ferramentas e máquinas;
  • capital: como o dinheiro investido na produção.

Recursos para o dia a dia, como materiais de escritório, itens de higiene e limpeza, e alimentos, não entram nessa classificação. Esses são produtos utilizados na rotina de trabalho, mas não agregam nada ao produto em produção.

Em resumo, os insumos estão diretamente relacionados ao processo de produção do produto da empresa, mesmo que não façam parte dele. Isso ficará mais claro a seguir, em que explicaremos a diferença entre insumo e matéria-prima.

Qual a diferença entre insumo e matéria-prima?

Normalmente, insumo e matéria-prima são tratados como sinônimos, mas o fato é que ambos têm diferenças fundamentais, o que impacta tanto a operação do negócio quanto o fluxo de caixa da empresa.

A matéria-prima é o material agregado ao produto, ou seja, é utilizado para ele ser fabricado e é uma parte do item final. Uma mesa de escritório tem a madeira como matéria-prima, por exemplo, assim como um computador tem o cobre como uma de suas várias matérias-primas.

Uma matéria-prima pode ser animal, mineral ou vegetal, assim como pode ser usada em sua forma original ou transformada. A própria madeira do exemplo anterior não é aproveitada em sua forma original, passando por cortes e envernizamentos, por exemplo, antes de se tornar peça de uma mesa.

Ou seja, toda matéria-prima também é um insumo, mas não necessariamente todo insumo é uma matéria-prima

Dicas para controlar insumos e reduzir custos

Conhecer quais são os principais insumos de uma empresa é essencial para a administração e desenvolvimento de um negócio, pois afeta a gestão de pessoas, o orçamento e o fluxo de produção da companhia.

O fato é que tanto os insumos quanto as matérias-primas têm um grande peso nas finanças de uma empresa, sendo crucial conhecer alternativas para fazer uma melhor administração desses recursos, assim como opções para reduzir custos.

Veja abaixo algumas dicas importantes para você.

Tenha uma estrutura de gerenciamento de estoque de insumos

O primeiro passo para controlar os seus insumos é fazer um acompanhamento adequado do estoque que sua empresa tem. É preciso manter o equilíbrio: ter recursos suficientes para manter o processo em andamento, mas sem deixar material parado, pois isso também é sinônimo de “dinheiro estocado”.

Então, invista em um inventário e mantenha-o atualizado — inclusive, existem inúmeros recursos para automatizar esse acompanhamento. O importante é ter clareza sobre todos os insumos disponíveis para o seu negócio e saber fazer projeções quando for necessário realizar novas compras.

Invista em pessoas responsáveis pelo setor de compras da empresa

Ter profissionais especializados e focados no setor de compras te poupará de muita dor de cabeça, visto que eles têm a experiência necessária para gerenciar os insumos, negociar com fornecedores, fazer o planejamento do fluxo e demais atividades relacionadas à manutenção desses recursos.

Dica: é válido investir em ferramentas para otimizar o trabalho desses profissionais, como softwares de planejamento, controle de estoque, cálculos e registros.

Veja aqui o que é e como fazer a gestão de compras nas empresas.

Entenda a relação insumos vs. fluxo de caixa

O controle de insumos de uma empresa está diretamente relacionado ao fluxo de caixa do negócio. Como eles são responsáveis por grande parte dos custos de uma organização, qualquer aquisição gera um impacto financeiro.

Por isso, é preciso saber exatamente quais são os recursos que sua empresa necessita para operar, qual é a recorrência ideal de compra, estudar os melhores fornecedores e parceiros, assim como fazer projeções mais assertivas com base nos dados de consumo de anos anteriores.

Dessa forma, você mitiga riscos e ainda consegue reduzir custos, mantendo o orçamento da empresa dentro do esperado.

Tenha bons fornecedores e preserve a relação com eles

Falando em reduzir custos e cotação de fornecedores, outra dica crucial é ter bons parceiros de negócio. Afinal, o que vai garantir o fornecimento dos insumos são justamente os fornecedores, como o próprio nome já diz.

Então, seja criterioso ao escolher empresas, analise a qualidade dos recursos fornecidos, o custo-benefício, os prazos, e negocie sempre. Além disso, mantenha uma boa relação com aqueles que já prestam um serviço satisfatório, pois isso vai ajudar a manter o processo funcionando sem atritos.

Aprenda mais estratégias para aumentar o saving em compras e conseguir uma economia de custos vantajosa nas aquisições da sua empresa. Confira todas as dicas no e-book ‘Como aumentar o saving em compras’, disponível para download gratuitamente!

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Leia também: 7 ideias de redução de custos na indústria

Já considerou trocar o seu fornecedor de energia?

Até aqui você pôde entender o que é insumo, quais são os principais tipos que existem, além de dicas para controlá-los e reduzir custos. Considerando que a energia é um insumo vital de uma empresa, você sabia que é possível escolher o seu fornecedor?

O setor elétrico brasileiro é segmentado em dois ambientes: o Ambiente de Contratação Regulada (ACR) e o Ambiente de Contratação Livre (ACL), que é o Mercado Livre de Energia.

Nele os consumidores negociam preços, prazo, volume e forma de pagamento diretamente com as geradoras ou comercializadoras de energia elétrica. Os preços são muito competitivos e é possível alcançar até 35% de redução de custos com energia elétrica.

É preciso atender a alguns requisitos mínimos para negociar energia, como se enquadrar na categoria de Consumidor Livre, Consumidor Especial ou Comunhão, e ter uma demanda mínima contratada.

No vídeo abaixo mostramos todos os detalhes sobre como funciona o Mercado Livre de Energia e quem pode migrar:

Quer saber mais? Aqui explicamos como migrar para o Mercado Livre de Energia em 10 passos.

Esfera Energia é referência nacional em Gestão de Energia no Mercado Livre de Energia. Atendemos mais de 130 grupos empresariais, gerenciamos mais de 400 ativos e estamos presentes em 22 estados. 

Fale com um consultor agora mesmo e saiba como adquirir esse insumo.

Troca de fornecedor: como fazê-la sem impactar os negócios?

Homem assinando contrato

Toda empresa precisa de parceiros para manter o negócio em funcionamento. Contudo, em dado momento, é necessário fazer a troca de fornecedor por diversos motivos, seja por custo-benefício, prazo de entrega ou alinhamento entre as companhias, por exemplo.

É justamente sobre esse assunto que trataremos neste artigo. Continue lendo!

Quando realizar a troca de fornecedor?

É normal permanecer com os mesmos fornecedores por muitos anos, mas, algumas vezes, essa ação pode impedir a empresa de identificar oportunidades tanto para otimizar custos, quanto para adquirir insumos ou serviços de melhor qualidade. 

Por isso, é importante ter atenção a alguns momentos-chave para fazer a troca de fornecedor. Veja quais são eles:

  • descumprimento de prazos; 
  • aumento excessivo de preço;
  • desatualização do produto ou serviço; 
  • análise de concorrentes com melhor custo-benefício.

Descumprimento de prazos

Cumprir os prazos previamente estabelecidos em contrato é um requisito mínimo para manter uma relação com um fornecedor. A partir do momento em que as datas acordadas não são respeitadas, acende um alerta a respeito daquele parceiro.

Aumento excessivo de preço

Faz parte das práticas do mercado atualizar os preços de produtos e serviços para acompanhar a inflação. Porém, quando feita de maneira excessiva e sem aviso prévio, essa prática pode impactar negativamente o seu negócio e o seu fluxo de caixa.

Desatualização do produto ou serviço

Após anos com o mesmo fornecedor, você começa a perceber que seus produtos ou prestação de serviços estão desatualizados em relação aos concorrentes? Mais um sinal para avaliar se aquele parceiro continua fazendo sentido para o seu negócio. 

Análise de concorrentes com melhor custo-benefício

Ao fazer uma pesquisa de mercado e descobrir concorrentes com um melhor custo-benefício, pondere sobre a troca de fornecedor para ter acesso a insumos de mais qualidade para a sua empresa.

Como fazer a troca de fornecedor sem afetar o funcionamento da empresa?

Após identificar que existe de fato a necessidade de realizar a troca de fornecedor, pode ser que surja a dúvida sobre como fazer isso sem impactar o andamento dos negócios. 

A boa notícia é que, seguindo alguns passos básicos, é possível fazer a transição gradualmente e sem atritos entre as partes.

Continue lendo e veja como. 

Planeje-se para a troca de fornecedor

O primeiro passo para fazer mudanças de parceiros do negócio é estruturar um planejamento com antecedência. Isso é válido tanto para a sua empresa estar apta à troca quanto para o fornecedor não ser pego desprevenido. 

Além, é claro, do fato de que alguns contratos podem prever um prazo mínimo de aviso antes do encerramento do trabalho. 

Então, comece a se estruturar para o processo alguns meses antes, pois assim você terá tempo hábil para lidar com qualquer contratempo sem prejudicar o seu negócio. 

Pesquise, pesquise, pesquise

A etapa de pesquisa é determinante para garantir uma troca de fornecedor de sucesso, especialmente considerando aqueles parceiros imprescindíveis para o funcionamento do seu negócio. 

Dedique uma parte considerável do seu tempo para fazer uma lista de potenciais fornecedores, veja os diferenciais de cada um, compare preços, custo-benefício, prazos de entrega, cláusulas sobre quebra de contrato e suas garantias ao longo da parceria. 

Teste o produto ou serviço antes de fechar o negócio

É um tanto arriscado contratar um fornecedor sem saber exatamente como seu produto ou serviço funciona na prática. Verifique com as empresas da sua pesquisa se elas oferecem um período de “testes” ou se o contrato prevê o cancelamento da contratação em caso de insatisfação em um prazo específico.

O importante é ter a oportunidade de comparar os trabalhos de diferentes parceiros para decidir qual faz mais sentido para o seu negócio considerando as necessidades, demandas e prazos da sua empresa.

Faça um alinhamento com os colaboradores impactados pela mudança

Após escolher o novo fornecedor, faça um alinhamento com os colaboradores que passarão pela mudança. Explique como o processo vai acontecer, o que será feito de diferente, quando o contrato começa a valer, enfim, todos os detalhes da nova dinâmica. 

Esse passo deve ser realizado com antecedência, assim todos estarão preparados para a troca e não serão impactados negativamente de nenhuma forma.

Defina as datas de encerramento e início dos contratos

As datas podem ser um ponto crítico na troca de fornecedor, então defina com atenção o término do contrato antigo e o início do novo para não ficar descoberto nenhum dia. 

Talvez até valha ter um período de “sobreposição” apenas para garantir que não faltará o insumo que você precisa, mesmo que isso signifique estocar o produto. No caso de prestação de serviços, o ideal é o contrato novo iniciar assim que o antigo terminar. 

Por segurança, considere ter um plano de ação para uma possível janela sem fornecedor.

Já considerou trocar seu fornecedor de energia elétrica?

Uma pesquisa feita pelo Ibope e pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) mostra que 80% dos entrevistados gostariam de ter a oportunidade de escolher seu fornecedor de energia elétrica

Isso é possível no Mercado Livre de Energia, modelo defendido pela própria Abraceel, pois garante maior competitividade ao setor. Para fazer a migração, é preciso atender a alguns requisitos mínimos, como fazer parte da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e se enquadrar nas especificações abaixo:

  • Consumidor Livre: tem uma demanda mínima de 1 MW e pode escolher o fornecedor de energia elétrica por meio de livre negociação;
  • Consumidor Especial: tem uma demanda entre 500 kW e 1 MW, podendo adquirir energia de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) ou de fontes renováveis como  eólica, biomassa ou solar;
  • Comunhão: caso a empresa não tenha demanda suficiente para conseguir entrar no Mercado Livre, é possível fazer uma comunhão de cargas com outras unidades consumidoras para atingir o mínimo necessário de 500 kW. Isso é válido para consumidores com o mesmo CNPJ e alocados no mesmo submercado ou localizados em áreas que não são separadas por vias públicas.

Saiba mais sobre como mudar de fornecedor de energia elétrica no Brasil.

Também temos um e-book gratuito explicando o passo a passo dos processos necessários para a migração para o Mercado Livre de Energia. Baixe agora mesmo. 

Aproveite e confira no vídeo abaixo quais são as vantagens e desvantagens do Mercado Livre de Energia:

Ficou interessado? A Esfera Energia é uma empresa especializada em gestão de energia no Mercado Livre.

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Como fazer um orçamento anual da empresa? Veja dicas

Homem escrevendo no computador

Planejar o orçamento anual da empresa é uma etapa fundamental para garantir a saúde do negócio e tomar decisões mais assertivas no próximo ano. Normalmente, isso é feito no final do ano, de modo que é possível analisar os dados anteriores e usá-los como referência durante o planejamento do orçamento empresarial.

Porém, qual é o melhor caminho a seguir e como fazer isso para a empresa crescer? Te ajudaremos com essas informações ao longo deste artigo.

Continue lendo!

O que é orçamento anual de uma empresa?

O orçamento anual da empresa é um “mapa” de todas as receitas e gastos de uma companhia ao longo de um ano inteiro. O documento pode ser feito de inúmeras formas, por isso é essencial que ele esteja alinhado à estratégia e às metas do negócio.

Uma possibilidade é separar o orçamento em trimestres, por exemplo, para analisar com mais profundidade como será o fluxo do caixa da instituição em períodos específicos. Afinal, é natural que as despesas e entradas de dinheiro oscilem ao longo de um ano.

Inclusive, esse é um dos pontos que mostra a importância de uma empresa ter um planejamento financeiro anual. Explicaremos isso em mais detalhes a seguir.

Qual a importância de fazer um planejamento financeiro anual?

O orçamento anual da empresa traz uma série de benefícios para a companhia, sendo alguns deles:

  • visão 360º sobre a saúde financeira do negócio;
  • maior controle das receitas e despesas;
  • definição de melhores estratégias para otimizar ganhos e reduzir gastos;
  • metas mais alinhadas ao que a empresa realmente pode alcançar.

Visão 360º sobre a saúde financeira do negócio

Ao longo do ano, diversos fatores podem influenciar o fluxo financeiro de uma empresa, de modo que decisões precisam ser tomadas “abruptamente” para manter o caixa positivo. 

Entretanto, caso não haja uma visão holística de todo o cenário das finanças do negócio, alguns caminhos podem levar a uma bola de neve de problemas, um cenário mais difícil de reverter. Assim, com o orçamento anual é possível antever o que acontecerá nos próximos meses e analisar o todo, e não apenas períodos específicos.

Maior controle das receitas e despesas

Uma empresa que não tem clareza como o dinheiro está entrando e como ele está saindo pode estar fadada ao fracasso. Desse modo, o planejamento financeiro empresarial anual permite manter controle total sobre as receitas e despesas da instituição, desde que seja atualizado constantemente. 

Inclusive, esse é um ponto crucial: é preciso ir além do planejamento e de fato utilizá-lo e acompanhá-lo ao longo do ano. Caso contrário, o esforço para construir tal orçamento terá sido em vão, não é mesmo? 

Leia também: Gestão de fornecedores: entenda a importância e como fazer

Definição de melhores estratégias para otimizar ganhos e reduzir gastos

Outro benefício do orçamento anual da empresa é a possibilidade de definir melhores planos de ação para gerar mais receitas e diminuir as despesas. Isso é possível por conta da visão sobre as entradas de dinheiro e os gargalos de gastos. 

Com o planejamento financeiro em mãos, as estratégias definidas têm mais embasamento e, por consequência, tendem a ter mais sucesso quando colocadas em prática.

Metas mais alinhadas ao que a empresa realmente pode alcançar

Um dos grandes desafios das empresas é definir metas que sejam desafiadoras o suficiente, mas também factíveis. E mais: elas devem estar alinhadas ao que o negócio necessita para manter suas operações e ainda gerar lucro mês a mês.

Desse modo, o orçamento anual pode fazer muita diferença, visto que é um “raio X” do cenário financeiro da instituição e mostra quais são os valores reais que precisam ser alcançados para o negócio ficar no azul e sobrar dinheiro para fazê-lo crescer.

Quando e como fazer o orçamento anual da empresa?

O momento mais recomendável para fazer o planejamento e orçamento empresarial é no final do ano anterior. Nessa época do ano, já é possível coletar dados sobre o período que passou e definir os próximos passos para o ano seguinte. 

Além disso, vale ter em mente que o ideal é já ter um plano pronto em janeiro, justamente para começar o ano com os números devidamente traçados. Empresas que deixam para fazer o planejamento apenas no ano seguinte tendem a ficar “atrasadas” e trabalhar às cegas durante o primeiro trimestre.

E como fazer um orçamento anual de uma empresa? Tenha em mente os benefícios mostrados no tópico anterior, assim como as dicas abaixo:

  • faça uma análise crítica do negócio;
  • liste todas as possibilidades de entrada de dinheiro e gastos previstos;
  • separe o documento por períodos e áreas;
  • revise o planejamento periodicamente. 

Explicaremos cada um dos pontos a seguir.

Faça uma análise crítica do negócio

O primeiro passo do orçamento anual da empresa é fazer um diagnóstico e analisar criticamente os números anteriores. O último ano é importante, mas vale também entender o panorama dos três a cinco anos passados. 

Essa etapa te dará mais clareza sobre qual é a realidade da sua empresa, quais são os caminhos possíveis para alcançar melhores resultados e o que ainda precisa melhorar.

Liste todas as possibilidades de entrada de dinheiro e gastos previstos

Dedique um tempo a mais para essa listagem, pois, quanto mais completo o planejamento, mais fácil será definir planos de ação para o negócio. Então, liste como sua empresa ganha dinheiro, investimentos, despesas fixas e variáveis, empréstimos, enfim, absolutamente tudo que afeta o caixa.

Aproveite e confira 7 ideias de redução de custos na indústria.

Separe o documento por períodos e áreas

Um orçamento anual de uma empresa pode se tornar um documento complexo, dependendo do tamanho da companhia. Por isso, vale segmentar o planejamento em períodos (como bimestres ou trimestres) e também por áreas. 

Isso permitirá atribuir responsáveis por determinados indicadores, bem como analisar e comparar números em intervalos específicos (por exemplo, 1º trimestre de 2021 vs. 1º trimestre de 2020). 

Revise o planejamento periodicamente

Ter um planejamento financeiro empresarial feito não significa que ele se manterá fixo ao longo do ano seguinte. É necessário que revisões sejam feitas com recorrência para readequar os números à realidade vigente

Uma dica é fazer as atualizações mantendo os números originais como referência, pois assim é possível comparar o que mudou em relação ao planejamento inicial.

Quer ir além e reduzir os gastos com a conta de luz?

Ao fazer o orçamento anual da empresa, você verá que os gastos com energia elétrica representam uma parcela significativa das despesas. Por isso, vale considerar alternativas para reduzir esse custo, como migrar para o Mercado Livre de Energia.

Nele é possível alcançar até 35% de economia, assim como há uma maior previsibilidade orçamentária, pois os valores negociados são válidos ao longo de todo o período de contratação, assim como não há a incidência das bandeiras tarifárias.

Confira no vídeo abaixo quais são as vantagens e desvantagens do Mercado Livre de Energia:

Aproveite e baixe agora mesmo nosso e-book gratuito sobre como aumentar o seu saving em compras e o que fazer para aplicar essa estratégia na sua empresa:

Gestão de fornecedores: entenda a importância e como fazer

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A gestão de fornecedores é essencial para toda empresa que precisa de terceiros para suprir necessidades do seu negócio.

Com organização e profissionalismo, é possível criar um relacionamento sólido e duradouro com os fornecedores, o que garante os melhores preços, além de condições de pagamento flexíveis.

Por isso, aprender como fazer esse processo ajuda a manter as atividades funcionando sem problemas como a falta de insumos e matéria-prima.

Continue a leitura e entenda o que é, a importância e como fazer a gestão de fornecedores, criando processos eficientes.

Boa leitura!

O que é gestão de fornecedores?

A gestão de fornecedores é o processo que auxilia o planejamento e o gerenciamento de empresas terceirizadas para garantir as melhores negociações em relação aos serviços prestados, formas de pagamento e prazos.

Esse conjunto de técnicas otimiza a prestação do serviço, além de garantir que o seu negócio seja:

  • atendido corretamente;
  • receba as atualizações necessárias;
  • funcione sem grandes problemas.

Quem faz parte dessa equipe precisa se empenhar na pesquisa e negociação com os fornecedores para encontrar aqueles que atendem a necessidade da empresa.

Isso porque o fornecedor também precisa estar comprometido a entregar um produto ou serviço da maneira que foi negociado.

Leia também: Indicadores de produção industrial – 7 métricas indispensáveis para uma gestão mais qualificada e com base em dados concretos.

Qual a importância da gestão de relacionamento com o fornecedor?

A gestão de fornecedores é importante porque ela garante que as atividades que dependem do serviço ou produto terceirizado continuem sem nenhuma interrupção.

Com isso, o negócio consegue manter suas operações otimizadas e enxutas, conseguindo atender os clientes com a mesma qualidade que recebe.

Existem possibilidades de terceirizar diversas partes das operações, desde matéria-prima, serviço de limpeza, até compra de energia (para empresas que estejam dentro do ACL).

Cada um desses fornecedores é importante para que tudo funcione como deveria.

Mas como executar um plano de gestão eficiente para os fornecedores? O que fazer para obter o que a empresa precisa da melhor forma? Confira as dicas no próximo tópico!

Como fazer a gestão de fornecedores?

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1. Faça pesquisas detalhadas sobre o fornecedor

É vantajoso construir relacionamentos de longa data, mas sempre que for necessário trocar de fornecedor ou contratar um novo pesquise bastante antes.

Cheque o site oficial da empresa, o status do CNPJ, redes sociais, os alvarás e permissões necessárias para a prestação do serviço, etc.

A gestão de fornecedores já começa nessa fase, pois escolhendo uma empresa idônea, você poupa seu negócio de problemas futuros.

2. Pesquise avaliações de antigos clientes

Muitos fornecedores disponibilizam depoimentos em seus sites que ajudam bastante a analisar se aquele fornecedor traz resultados positivos ou não.

Suponhamos que você deseja mudar de fornecedor de energia, mas quer opiniões de pessoas que fizeram essa transição.

Entrar em contato com colegas de outras empresas pode ajudar muito a entender o trabalho na prática, além de buscar a assessoria de uma empresa especializada.

Quer ver na prática como essa mudança acontece? Leia o Case de migração para o Mercado Livre de Energia da Rich’s.

3. Solicite mais de uma proposta e compare

Outro ponto importante da gestão de fornecedores é comparar propostas de empresas diferentes.

Se o processo de gerenciamento for bem organizado, é fácil identificar quando existe a necessidade de trocar ou atualizar um fornecedor e se planejar com antecedência.

Assim, você pode pesquisar fornecedores em potencial, filtrar as melhores opções e comparar tanto preço quanto qualidade do serviços, vantagens oferecidas, etc.

4. Acompanhe a prestação do serviço

Depois de fechar o contrato, a gestão de fornecedores continua, pois é necessário garantir que a empresa está recebendo aquilo que contratou.

Então, se você passou a comprar energia fora do circuito oficial das grandes distribuidoras, por exemplo, precisa checar se:

  • se a cota comprada é suficiente;
  • se a energia será compatível para a produção;
  • se está em dia com as obrigações, entre outros pontos.

Receber o serviço corretamente e com qualidade é essencial para que a rotina do negócio se desenvolva corretamente.

Leia também: Entenda o que é o CCEAL de energia e saiba como funciona esse tipo de contrato.

5. Cumpra os prazos acordados

Um ponto que facilita muito a gestão de fornecedores é estabelecer relacionamentos duradouros e próximos com eles.

Quanto menos você precisar mudar, melhor. Isso ajuda a manter o padrão de qualidade do serviço prestado, o que deixa os clientes da sua empresa sempre satisfeitos.

Para isso acontecer, cumpra sempre os prazos de pagamento acordados na negociação, antecipe-se se algum imprevisto acontecer e não deixe uma data vencer sem dar uma explicação.

Essa postura garante uma gestão de relacionamento com o fornecedor duradoura.

6. Faça uma avaliação anual dos fornecedores

Outro ponto importante da gestão de fornecedores é a avaliação dos serviços prestados com uma certa frequência.

A avaliação pode ser anual, mas também pode ser mensal, dependendo do tipo de serviço prestado pela empresa.

É importante analisar com a equipe os pontos altos e baixos para decidir pela renovação do contrato ou não.

Crie um questionário com perguntas com os pontos fundamentais da prestação do serviço para facilitar a análise. Assim, a equipe consegue ser objetiva e tomar decisões consistentes.

Como está a gestão de fornecedores na sua empresa?

Dentro dos processos de negócio, a gestão de fornecedores é muito estratégica, pois é um serviço que precisa contribuir para a empresa alcançar suas metas.

Se o seu negócio está em busca de economia na conta de energia, conhecer como funciona o Mercado Livre de Energia e se é possível migrar para ele pode ser a solução.

No vídeo abaixo, você pode entender em detalhes esse processo:

Para conseguir executar cada etapa da forma correta, conheça a Esfera e saiba quais estratégias de contratação podem favorecer mais o seu negócio.

Aproveite e faça o download do e-book ‘Como aumentar o seu Saving em compras?’ para aprender mais sobre gestão.

Entenda sobre a Redução Voluntária da Demanda (RVD) e saiba como render cashback para sua empresa

O país vem atravessando a pior seca dos últimos 91 anos causando impacto direto nos níveis de armazenamento dos reservatórios das principais usinas hidrelétricas do Brasil e reacendendo a discussão sobre um possível racionamento de energia elétrica.

Nesse sentido, o governo federal vem adotando medidas para estimular a redução de consumo com o objetivo de reduzir o risco de cortes de carga. 

O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou a portaria  normativa nº 22/GG/MME que viabiliza a Redução Voluntária de Demanda de Energia Elétrica (RVD), prevendo o pagamento de compensação financeira às empresas participantes do Mercado Livre de Energia que se disponham a reduzir o consumo.

O que é Redução Voluntária da Demanda?

O Programa de Redução Voluntária da Demanda (RVD) tem como objetivo ajudar na redução do consumo de energia elétrica em meio à crise hídrica que afeta os reservatórios das usinas hidrelétricas. 

A portaria publicada estabelece diretrizes para que o setor industrial apresente ofertas de Redução Voluntária da Demanda de Energia (RVD), com o objetivo de atender ao Sistema Interligado Nacional (SIN). 

Ele prevê o pagamento de compensação financeira às empresas que se disponham a reduzir o consumo por períodos. 

Como funciona o RVD?

A empresa deve inicialmente se habilitar junto ao Operador Nacional do Sistema (ONS) e ofertar uma redução de consumo de no mínimo de 5 MW (megawatt) por um período de 4 ou 7 horas consecutivas dentro da grade horária definida pelo ONS.

Importante lembrar que 5 megawatts (MW) é a oferta mínima para cada hora de duração da oferta, com preço estabelecido em R$/MWh, dia da semana e identificação do submercado.

Quem pode participar do RVD?

O Programa de Redução Voluntária da Demanda é voltado apenas a grandes consumidores que façam parte do Mercado Livre de Energia, que devem estar adimplentes com as obrigações junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Qual a vantagem de aderir ao RVD?

A principal vantagem para os consumidores que têm condições de atender o volume mínimo de redução de consumo é a possibilidade de geração de receita adicional, além da economia na conta de energia decorrente da redução de consumo.

Embora o RVD traga a possibilidade de ganhos adicionais, há uma barreira de entrada para aqueles consumidores que não conseguem atingir o limite mínimo de redução de 5 MW por hora.

É possível participar do RVD sem ter o mínimo de redução?

Com o objetivo de viabilizar a participação desses consumidores, a Esfera lançou o Esfera Energy Back.

Com a habilitação junto ao ONS para atuar como um agregador de cargas, a Esfera poderá representar todos os consumidores que tenham interesse em participar do RVD independente do volume de redução ofertado. 

Com o Esfera Energy Back, a Esfera ficará responsável por todo o processo de habilitação junto ao ONS e a CCEE e também pelo contato  junto às distribuidoras de energia.

Qual o benefício de participar do Programa RVD com o Esfera Energy Back?

Ao aderir ao programa de RVD  através do Esfera Energy Back, além da geração de receita adicional, a sua redução pode valer até 5x mais. Ainda há a possibilidade de otimizar o fluxo  de caixa através da antecipação do pagamento do seu cashback, sem a necessidade de aguardar a liberação dos recursos através da CCEE.

Confira outros benefícios ao aderir ao Esfera Energy Back:

  • Até 5x a mais de cashback com a sua redução de energia.
  • Possibilitamos a soma de demandas necessárias para participar.
  • Sem burocracias! Nós cuidamos de tudo pra você.
  • Representamos os seus interesses junto aos órgãos reguladores.
  • Possibilidade de antecipação do pagamento do seu cashback.

Atualmente o RVD é a principal medida adotada pelo governo para estimular a redução de consumo das empresas e reduzir a pressão nos reservatórios das usinas hidrelétricas. Mas é também uma ótima oportunidade de redução de custos para os consumidores do Mercado Livre de Energia, neste momento em que vivemos  uma elevação nos preços da energia elétrica.

Quer saber mais sobre o Esfera Energy Back?

Convidamos Raphael Santana, Diretor de Gestão de Energia, para explicar tudo sobre a Redução Voluntária de Demanda de Energia Elétrica (RVD) e o Esfera Energy Back em um webinário exclusivo.

Será no dia 05/10, às 10h.

Inscreva-se aqui para participar.

Energia rural: quem tem direito e como funciona

Entenda o que é energia rural e quais são suas regras

A energia rural é fornecida para unidades consumidoras específicas e tem algumas regras que são importantes conhecer. 

Além disso, ela tem um preço mais baixo do que a energia residencial, mas para isso é preciso comprovar seu enquadramento na classe rural. 

Para te ajudar, vamos explicar todas as informações sobre o assunto, confira.

O que é energia rural?

Energia rural é aquela fornecida para as unidades consumidoras relacionadas às atividades de agricultura, pecuária ou aquicultura. Porém, é importante reforçar que é necessário ser um produtor, de acordo com a Resolução Normativa ANEEL n. 414, de 9 de setembro de 2010, a qual obriga a apresentação de Registro de Produtor Rural para comprovar a situação da unidade.

Para emitir tal documento é preciso acionar o Sindicato dos Trabalhadores. Depois, com o comprovante em mãos e um documento oficial com foto, será possível se cadastrar para receber a energia rural.

Segundo definição da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), a classe rural “caracteriza-se pelo fornecimento à unidade consumidora que desenvolva atividades de agricultura, pecuária ou aquicultura, dispostas nos grupos 01.1 a 01.6 ou 03.2 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE.”

A energia rural é mais barata do que a urbana?

A tarifa de energia rural tem um valor mais baixo em comparação à energia residencial, considerando o preço do quilowatt. Além disso, o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado também é menor. 

Vale lembrar que o preço do kW varia mês a mês e de acordo com o local, assim como o ICMS é diferente entre estados.

Como o preço da energia rural é definido

O setor energético brasileiro está segmentado em dois “ambientes”:

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR): formado por consumidores cativos que têm acesso à energia com tarifas estabelecidas pelo governo e pagam mensalmente pelo serviço de distribuição e de geração de energia;
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL): são os consumidores livres que negociam energia no são os consumidores livres que negociam energia no Mercado Livre de Energia e podem encontrar preços melhores do que os normalmente disponíveis no ambiente regulado.

Aqui explicamos as diferenças entre ACR e ACL na compra de energia.

No ACR, o preço é definido pela ANEEL, enquanto no ACL existe a possibilidade de negociar valores e condições de pagamento de acordo com a geradora ou comercializadora.

No caso da cobrança feita pela ANEEL, considera-se a inflação e os custos e investimentos das distribuidoras. Além disso, por conta das bandeiras tarifárias, o valor da conta de luz oscila mês a mês dentro de valores pré-determinados e de acordo com a necessidade de uso de usinas termelétricasé por isso que o preço do kW é variável, já que depende de uma série de fatores.

Outro ponto importante é que no ACR existem diferentes classes de consumo e o preço da energia elétrica varia em cada uma delas:

    • Energia residencial
    • Energia industrial
    • Energia comercial
    • Energia rural
    • Energia de poder público

E mais: as tarifas são divididas em dois grupos:

  • Grupo A: média e alta tensão, e também sistemas subterrâneos. Nesse grupo existem as cobranças “horário ponta” e “horário fora ponta” e as tarifas “horária azul” e “horária verde”;
  • Grupo B: baixa tensão, residencial, rural, iluminação pública e demais classes. Aqui também existem duas tarifas: “convencional monômia”, o que significa que a cobrança é a mesma independentemente do horário do dia em que for utilizada, ou “horária branca”, na qual a tarifa muda conforme o horário de utilização do dia.

Quando a energia rural é aplicável?

Quem tem direito à energia rural são os produtores que se enquadram na classe rural, ou seja, que desenvolvem atividades de agricultura, pecuária ou aquicultura.

Além disso, por conta da relevância do setor agropecuário para o Brasil, os produtores rurais têm uma série de políticas públicas de incentivos, dentre eles o subsídio de energia rural, que dá descontos nas tarifas de energia elétrica. 

Porém, há alguns anos o governo está adotando medidas mais rígidas para regular os benefícios tarifários e estima-se que até 2023 a alíquota será zerada.

Revisões periódicas são feitas nos cadastros para analisar se de fato as unidades consumidoras classificadas como “rurais” estão exercendo atividades relacionadas à agricultura, pecuária ou aquicultura.

Por isso, para que o benefício não seja perdido, é preciso enviar para a distribuidora de energia documentos que comprovem que a unidade ainda se enquadra nos requisitos necessários em até seis meses após o recebimento da notificação na conta de luz.

Como solicitar energia rural?

Para solicitar a energia rural é preciso entrar em contato com a concessionária de energia elétrica que atende o seu município e registrar o pedido de energia. Nesse momento será solicitado um documento pessoal com foto, por isso lembre-se de separá-lo com antecedência. 

Após o pedido, a concessionária terá um prazo de 30 dias para sinalizar como e quando será feita a instalação da energia na unidade consumidora.

Além disso, também é válido apresentar o Registro de Produtor Rural para comprovar a situação da unidade.

Energia elétrica sustentável na agricultura

Por conta da redução do subsídio de energia rural, as fontes alternativas de energia estão ganhando mais espaço no campo, em especial as renováveis por conta do baixo impacto ambiental. Destacamos aqui a energia solar, energia eólica e energia biomassa. 

Saiba mais sobre os tipos de geração de energia aqui.

A energia solar é gerada por meio da radiação do sol que é captada em painéis fotovoltaicos, enquanto a energia eólica aproveita a força dos ventos. Já a geração de energia biomassa se dá por meio da queima de matérias orgânicas, como o bagaço da cana-de-açúcar, lenha, resíduos agrícolas e até mesmo excrementos de animais.

Os consumidores especiais no Mercado Livre de Energia, que são aqueles que têm uma demanda entre 500 kW e 1 MW, podem adquirir energia de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) ou de fontes renováveis como eólica, biomassa ou solar. 

Se você ainda não sabe como isso funciona, entre em contato com a Esfera Energia.

Somos referência nacional em gestão de energia no Mercado Livre de Energia e atendemos mais de 130 grupos empresariais, gerenciamos mais de 320 ativos e estamos presentes em 20 estados.