Sustentabilidade em casa: 7 boas práticas para aplicar

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Já reparou nos seus hábitos e como eles contribuem para a sustentabilidade em casa ou não?

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) junto com a Brain Inteligência Estratégica entrevistou 14 mil brasileiros que afirmaram que estariam dispostos a pagar mais caro por uma casa sustentável.

Outras conclusões interessantes relacionadas a exemplos de sustentabilidade em casa apontadas pela pesquisa foram:

  • 66% disseram que é importante o imóvel possuir energia solar;
  • 56% pagariam mais em uma casa com tecnologia que reutiliza água da chuva;
  • 57% preferem imóveis com espaços arejados e integrados à natureza.

A sustentabilidade nunca foi tão falada quanto atualmente, pois o meio ambiente e as projeções dos cientistas não são nada positivas quanto ao futuro do nosso planeta.

O consumo excessivo, o descarte sem seleção, o desperdício e o uso de materiais poluentes, a utilização de energia fóssil para gerar eletricidade em larga escala são algumas das práticas que acendem o sinal vermelho.

Enquanto algumas medidas estão fora do alcance do cidadão comum, existem outras que, mesmo pequenas, são uma contribuição para otimizar o uso dos recursos disponíveis.

Quer aprender como aplicar a sustentabilidade em casa? Continue lendo este artigo e aprenda dicas possíveis de colocar em prática.

O que deve ter uma casa sustentável?

Mais do que apenas possuir tecnologias que favoreçam a sustentabilidade, uma casa sustentável deve ter hábitos como parte do estilo de vida das pessoas, que ajudam a reduzir os impactos do consumo no ambiente em torno.

Cada ação praticada no dia a dia causa um impacto, mas com soluções práticas é possível substituir uma ação da rotina por outra melhor.

Dos produtos de limpeza ao uso de energia elétrica, existem inúmeras possibilidades de melhorar a qualidade de vida e incorporar a sustentabilidade em casa como um valor para todos os moradores.

Qual a importância dos exemplos de sustentabilidade em casa?

A sustentabilidade em casa é importante porque abre espaço para uma mentalidade mais consciente em relação ao que e como consumimos.

Pensando melhor sobre os tipos de produtos e serviços que entram em casa, é possível evitar desperdício, encontrar soluções mais eficientes, conhecer novas formas de descarte, etc.

Hoje, tanto as empresas quanto os cidadãos valorizam a sustentabilidade e quando esse movimento se volta para os hábitos dentro de casa, as mudanças podem ter impacto em grande escala.

Sem contar os benefícios econômicos de conseguir utilizar bens com uma vida útil muito maior quando comparado a soluções tradicionais e não sustentáveis.

Mas o que é possível fazer? Aprenda algumas dicas no próximo tópico.

Como aplicar a sustentabilidade em casa?

Quando se trata de formas de aplicar a sustentabilidade em casa, existem várias ações que podem ser implementadas, desde as mais simples às mais complexas.

Na lista abaixo reunimos atitudes fáceis de colocar em prática e que não vão requerer mudanças complexas na estrutura de onde você mora.

Confira o que está ao seu alcance para aplicar a sustentabilidade em casa:

  • Reduza o tempo no banho
    Compre produtos de limpeza eco-friendly
  • Aproveite mais a iluminação natural
  • Tenha produtos com selo de economia de energia
  • Use lâmpadas de LED
  • Dê prioridade para embalagens recicláveis
  • Estude a possibilidade de usar energia solar

Veja a seguir os detalhes de cada dica.

1. Reduza o tempo no banho

A água é um recurso valioso e que não deve ser desperdiçado, especialmente em momentos de crise hídrica séria.

Segundo o Instituto Akatu, que trabalha estimulando o consumo consciente, reduzindo em apenas 1 minuto o banho diário, em 10 anos, a economia gerada pode abastecer outra pessoa por 2 anos. São 21.960 litros poupados.

DICA: lembre-se disso quando estiver escovando os dentes, fazendo a barba e até lavando a louça ou as roupas. A água pode tanto ser economizada quanto reutilizada em outras tarefas.

2. Compre produtos de limpeza eco-friendly

Outra prática de sustentabilidade em casa é comprar produtos de limpeza eco-friendly, que são produtos:

  • naturais;
  • biodegradáveis;
  • hipoalergênicos;
  • veganos.

Dessa forma, você reduz a quantidade de resíduos químicos que descarta para o meio ambiente, sem perder em capacidade de limpeza. Pesquise e fique de olho nos rótulos das embalagens.

3. Aproveite mais a iluminação natural

Utilizar mais a iluminação natural também é uma forma de aplicar a sustentabilidade em casa. Afinal, quanto mais luz entrar, menos as lâmpadas ficam acesas, economizando energia elétrica. Abra as cortinas e faça suas atividades nos cômodos bem iluminados.

4. Tenha produtos com selo de economia de energia

Os eletrodomésticos e eletrônicos podem contribuir para a sustentabilidade em casa, especialmente, se tiverem o selo de economia e eficiência energética. Isso significa que eles consomem menos e duram mais, podendo ser utilizados por mais tempo.

DICA: evite o modo stand by retirando itens fora de uso da tomada para poupar energia.

5. Use lâmpadas de LED

As lâmpadas de LED gastam menos e iluminam muito melhor que as fluorescentes, então vale a pena priorizá-las. Além disso, é um tipo de lâmpada que dura mais e evita trocas frequentes, contribuindo para a sustentabilidade em casa.

6. Dê prioridade para embalagens recicláveis

Os produtos com embalagens recicláveis podem ser reaproveitados dentro de casa ou destinados para empresas que fazem o processamento. Pesquise soluções na sua cidade e faça o encaminhamento. Além de embalagens, recicle também o lixo doméstico, fazendo a separação correta, direcionando-o para coleta especial.

7. Estude a possibilidade de usar energia solar

A energia solar é o maior investimento dessa lista de dicas de sustentabilidade em casa. O gasto inicial é alto, mas traz bastante autonomia e eficiência energética para o imóvel.

Porém, é possível ter energia solar sem precisar investir em uma estrutura de captação própria. A Geração Distribuída é uma das formas de ter acesso a energia solar.

Existem plataformas que conectam os consumidores aos produtores e, assim, a energia limpa chega em casa de forma simples e gera uma boa economia na conta de luz.

A solução também é válida em condomínios residenciais e outras estruturas coletivas.

Mais eficiência energética na sua casa sustentável

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Consumo consciente: o que é e qual a importância?

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Pensar na maneira como consumimos os recursos disponíveis leva diretamente a necessidade de praticar o consumo consciente. Afinal, qual a origem de cada produto ou do que cada serviço depende para funcionar?

Muito do que compramos é produzido a partir de recursos finitos, ou seja, que um dia vão se esgotar. Então, pensar em como consumir de forma consciente é necessário para criar um mundo mais sustentável.

O ‘Relatório Brasil 2020 – Vida Sustentável’ elaborado pela Akatu e pela GlobalScan constatou que 70% dos consumidores, com destaque para os da geração mais jovem, desejam que empresas privadas não agridam o meio ambiente e tenham objetivos que contribuam para tornar o mundo melhor.

Uma postura proativa como consumidores é importante para que as empresas tenham a sustentabilidade e o consumo consciente como valores e não apenas o lucro. Afinal, um não exclui o outro e essas ações ainda atraem e fidelizam clientes com os mesmos valores.

Quer entender melhor o conceito de consumo consciente, sua importância e dicas para colocar essa postura em prática no dia a dia. Continue lendo o artigo e fique por dentro desse tema tão atual.

O que é consumo consciente?

O consumo consciente é aquele que leva em consideração não só o desejo da compra em si, mas também como um bem é produzido, seu caminho até as prateleiras e o descarte dos resíduos depois do uso.

Essa avaliação antes de adquirir um produto ou serviço permite evitar o consumo excessivo, desenfreado e acumulador. Além disso, é uma forma de identificar quais empresas têm ações consistentes contra o desperdício e a redução dos impactos da sua atividade no meio ambiente.

O consumo consciente pode (e deve) se tornar um valor natural e fazer parte das decisões de compra no dia a dia.

Qual é o objetivo do consumo consciente?

Toda operação comercial causa impacto no meio ambiente, no bem-estar dos funcionários, dos consumidores e na comunidade em geral.

O objetivo de consumir de forma consciente é contribuir para que a cadeia seja mais sustentável, evitando o consumo excessivo, o acúmulo e o descarte sem reaproveitamento.

Para isso, todos os responsáveis precisam ter consciência do seu papel. As empresas precisam orientar seus consumidores sobre a melhor forma de consumir, como reaproveitar embalagens ou criar formas do produto ter uma vida útil maior.

Dessa forma, os consumidores poderão colocar em prática as orientações, criando um ciclo sustentável e mais eficiente.

Qual a importância do consumo consciente?

Em entrevista à revista Veja, o presidente do Instituto do Capitalismo Consciente Brasil, Hugo Bethlem, fez uma consideração que reforça a importância do consumo consciente:

“Nunca a felicidade do consumidor final pode se dar à custa do sofrimento de outra parte da cadeia, sejam pessoas, animais ou o meio ambiente”.

Ou seja, se um elo da cadeia não pensa no outro, a sustentabilidade das iniciativas se perdem no meio do caminho e os resultados são comprometidos.

Por isso, é necessário pensar no que, de quem e como consumimos cada item que faz parte da nossa rotina para que as escolhas sejam feitas de forma mais consciente dos impactos e para também para que possamos agir para minimizá-los.

Assista ao vídeo abaixo e entenda mais sobre a importância do consumo consciente:

Como consumir de forma consciente?

O relatório do Instituto Akatu citado acima listou alguns exemplos de consumo consciente para orientar as decisões de compra. São eles:

1. Planeje suas compras

Um dos primeiros passos para consumir de forma consciente é planejar bem as compras que serão feitas. Isso vai diminuir as compras por impulso e fazê-lo pensar na real necessidade de adquirir algo. Dessa forma, é possível ter um controle melhor do próprio dinheiro, adquirindo o que é essencial e que será bem aproveitado.

2. Conheça a empresa de quem está comprando

O consumo consciente está ligado a uma empresa consciente. Então, conheça a marca de quem você está comprando, quais são suas iniciativas de sustentabilidade, como ela entrega o produto no mercado, etc. Hoje, essas ações são usadas nas estratégias de marketing, então, é fácil obter essas informações.

3. Não compre produtos falsificados

Outra dica para o consumir de forma consciente é evitar a compra de produtos falsificados. Isso porque a produção de itens “pirata” não leva em consideração nenhuma preocupação com a origem da matéria-prima, sobras geradas e a forma de distribuição. A falsificação também é ilegal.

4. Valorize as iniciativas de responsabilidade social das marcas

Comprar de marcas que possuem ações de responsabilidade social envolvendo funcionários e a comunidade também é uma forma de consumo consciente. Esse detalhe pode ser somado a um preço competitivo e a qualidade do produto/serviço ofertado.

5. Fique atento a geração de lixo

Praticar o consumo consciente envolve aproveitar toda vida útil de um produto, fazer consertos (quando for vantajoso), doar ao invés de jogar no lixo e descartar corretamente cada item. Assim, você pode contribuir para o controle da geração de lixo, principalmente, dos que poluem o meio ambiente.

Consumo consciente de energia: dá para reduzir os gastos?

Nos últimos anos, o consumo consciente de energia é um assunto em alta, já que a crise hídrica, gerada pelos períodos de estiagem prolongada no país, aumentou as tarifas de energia elétrica.

Esse contexto soou o alerta para os consumidores economizarem não apenas a luz diretamente, mas também a água, que é a principal fonte geradora de eletricidade no Brasil.

Para economizar, existem opções como migrar para a tarifa branca ou para a tarifa social, caso se encaixe nas regras socioeconômicas exigidas.

A tarifa branca é vantajosa para as pessoas com hábitos de consumo fora do horário de pico, que é mais caro e vai, em média, das 18h às 22h. Quem trabalha ou estuda a noite se beneficia dessa mudança.

Outra forma de praticar o consumo consciente é utilizar fontes de energia renovável como a energia solar.

Dessa forma, uma residência pode se tornar autossustentável, evitando o desperdício de energia, pois o excesso produzido pode ser trocado por créditos com a distribuidora de energia local.

Leia também >>> O que é energia solar? [Guia completo com prós e contras].

Faça investimentos conscientes para sua casa

Gostou das dicas de como consumir de forma consciente, mas não tem recursos para investir em soluções como a energia solar? Existe outro caminho para abastecer sua casa com uma fonte renovável e limpa, sem precisar de uma estrutura própria.

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O que é energia intermitente e quais são as principais fontes?

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As fontes de energia intermitente são cada vez mais relevantes na matriz energética e elétrica dos países do mundo inteiro. Mesmo sendo intermitentes, ou seja, operam em intervalos para geração de eletricidade, são investimentos certeiros que visam um mundo mais sustentável e mais limpo.

Muitos países ainda utilizam recursos altamente poluentes como o carvão para gerar energia por meio de usinas termelétricas, que além de caras, também emitem os perigosos gases do efeito estufa.

O resultado é o planeta em total alerta devido aos impactos na temperatura da Terra, nas mudanças climáticas e na qualidade de vida da população.

Para entender melhor o que é energia intermitente, continue lendo este artigo e conheça as principais fontes e as vantagens e desvantagens do uso. Boa leitura!

O que é energia intermitente?

A energia intermitente é aquela gerada por uma fonte energética que não pode ser armazenada em sua forma original e, por isso, só é transformada em eletricidade enquanto o recurso estiver disponível no sistema de geração.

Dessa forma, a geração terá um desempenho variável durante o dia, havendo pausas e retomadas, conforme a disponibilidade da fonte principal utilizada.

Quais as fontes energéticas são caracterizadas como intermitentes?

As fontes energéticas caracterizadas como intermitentes são, em sua maioria, as fontes renováveis como: energia solar, energia eólica e energia hidrelétrica.

O Brasil e vários países do mundo utilizam a energia intermitente com excelentes resultados e com potencial de melhoria cada vez maior. Conheça mais sobre cada fonte:

Energia solar

A energia solar é considerada uma fonte de energia intermitente já que a energia eletromagnética dos raios de sol em si não pode ser armazenada. Dessa forma, depois que o sol se põe, o sistema gerador para de funcionar, retomando no dia seguinte.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), existem 10 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica instalada no país.

Esse potencial está distribuído em usinas de grande, médio e pequeno porte que utilizam espaços como terraços, telhados, fachadas e terrenos para montagem dos painéis de captação.

Energia eólica

A energia intermitente eólica é gerada pela energia cinética que vem dos ventos. Além de gerar energia elétrica, também produz energia mecânica para moinhos e cata-ventos.

Em 2021, o Brasil bateu recorde de expansão de usinas eólicas e possui 20,1 gigawatts (GW) de potência instalada, o que representa 11,11% da matriz energética.

O nordeste do país é uma das principais áreas onde são instaladas as turbinas eólicas, por causa das condições climáticas que favorecem o aproveitamento dos ventos.

Leia mais: O que é energia eólica e qual sua importância para a matriz elétrica do Brasil?

Energia hidráulica

Por fim, a energia hidráulica é outra fonte de energia intermitente, essa bastante conhecida, já que utiliza o principal recurso em abundância no país: a água.

A disponibilidade de bacias hidrográficas ricas permitiu a instalação de usinas hidrelétricas de diferentes portes para geração de eletricidade em várias regiões do país.

A força da água é o principal acionador das turbinas e quanto mais água entrar, maior é a geração. Esse tipo é considerado intermitente, pois ao fechar a entrada, a geração é paralisada, retomando a potência total quando necessário e de acordo com a demanda.

Como podemos mitigar a intermitência da energia?

O Sistema Interligado Nacional (SIN) distribui a energia gerada, principalmente, das usinas hidrelétricas que usam a água para geração de eletricidade.

O investimento em grandes usinas como Itaipu, Belo Monte e Tucuruí consegue abastecer todo o país, com linhas de transmissão que percorrem quase todo território nacional.

O principal ponto de atenção para o sistema é quando acontece grandes períodos de estiagem, o que leva a crise hídrica e aumentos na tarifa de energia.

A intermitência de chuvas é um alerta em relação às mudanças climáticas provocadas por desmatamentos e outras atividades que afetam o ciclo da principal fonte da nossa matriz energética.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) conduziu em 2021 leilões que firmaram mais de R$ 4 bilhões de investimentos que serão investidos na criação de usinas de fonte de energia intermitente como hidrelétricas, eólica, solar e biomassa.

Na programação estabelecida, os investimentos terão duração de 20 e 30 anos, com início de suprimento em janeiro de 2024 e de 2025.

Para garantir tanto a geração quanto a distribuição pelo país, o SIN será cada vez mais integrado para garantir a eficiência e o abastecimento contínuo, sem riscos e sem desperdícios.

Outra forma de mitigar a intermitência da energia é a Geração Distribuída (GD) que permite a instalação de mini e microgeradoras próximas da área de consumo.

Dessa forma, a energia tem um custo menor de geração e pode ser usada imediatamente nas unidades de consumo.

A energia solar é a principal fonte de energia intermitente utilizada na GD e que é vantajosa devido a economia de custos com estrutura, podendo ser contratada por meio de uma empresa gestora de energia.

Vantagens e desvantagens da energia intermitente

As principais vantagens da energia intermitente são:

  • baixo impacto ambiental;
  • custo de geração de energia menor;
  • teor de emissão de gases de efeito estufa pequeno;
  • pouca necessidade de manutenção dos equipamentos;
  • fontes confiáveis para produzir eletricidade;
  • é renovável, entre outras.

Já as desvantagens da utilização das fontes intermitentes são:

  • dependência das condições climáticas para geração de energia;
  • os aerogeradores eólicos geram impacto sonoro, precisando ser instalados em áreas longe dos centros urbanos;
  • as hidrelétricas têm alto custo de instalação, causam impactos ambientais e a realocação de populações próximas a área.

Já pensou em utilizar fontes de energia intermitente?

O uso de energia intermitente está mais próximo do que você imagina por meio da Geração Distribuída (GD), que já existe em diversas regiões do país e nem sempre exige investimento próprio em infraestrutura.

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O que são custos operacionais + como reduzir em 5 passos

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A redução de custos operacionais é uma decisão que precisa ser bem avaliada nas empresas para que as ações planejadas resultem em economias vantajosas e não prejudiquem processos que são essenciais.

A pesquisa ‘Desafios dos Empreendedores Brasileiros’, realizada pela Endeavor, analisou o perfil de quase mil empreendedores e apontou em quais áreas eles têm mais dificuldades de gerenciamento. No TOP 3 da pesquisa estão:

  1. Gestão de pessoas;
  2. Gestão financeira;
  3. Burocracias (jurídico e regulamentação).

Aumentos dos custos, geração de receita, crises econômicas, tudo isso impacta especialmente a parte financeira. Sem expertise para lidar com esses pontos, é desafiador manter uma empresa ativa.

A gestão de custos operacionais é uma parte essencial desse trabalho, pois ajuda a contornar os desafios e a tomar decisões certas para equilibrar as despesas e cortar/reduzir onde é preciso.

Continue lendo e entenda a importância de acompanhar e também ter ações consistentes que contribuam para a redução de custos operacionais.

O que é custo operacional?

O custo operacional é toda despesa relacionada ao funcionamento do negócio, ou seja, tudo que é gasto para bancar os recursos necessários que mantêm o trabalho em andamento.

Conhecendo as necessidades da empresa, é possível listar tudo que gera uma despesa e avaliar se é necessário, supérfluo ou se pode ser eliminado ou reduzido.

Os donos de negócio se empenham em economizar dinheiro, mas essa redução de custos operacionais não pode ser feita sem nenhuma estratégia por trás.

Por mais que a tarifa de energia elétrica esteja alta, cada empresa possui uma demanda de energia que precisa ser atendida. Porém, é possível analisar onde ou em quais atividades se gasta mais, o que pode ser feito para reduzir e também pesquisar possibilidades de comprar energia mais barata.

A mesma dinâmica vale para outras despesas e muitas delas podem ser otimizadas mudando um fornecedor ou por meio de regras que estimulem o consumo consciente dentro da empresa.

Leia também: Aprenda como fazer uma campanha de economia de energia elétrica na sua empresa.

Por que reduzir os custos operacionais?

O motivo principal de fazer a redução de custos operacionais é economizar dinheiro. Além disso, existem outros fatores como evitar despesas supérfluas que podem ter um valor baixo, mas são contínuas e causam impacto no montante no fim do mês.

Então, não se trata apenas de uma redução aleatória ou de algo pontual. Dentro da operação de um negócio existem diversas atividades que precisam ser analisadas para identificar se é possível economizar ou pagar menos, sem gerar perda de qualidade no produto ou serviço.

Ao analisar as possibilidades de reduzir os custos operacionais de uma empresa, é importante alinhar as decisões às estratégias do negócio para não perder pontos fundamentais para a produtividade da empresa.

Veja neste outro artigo do blog sobre ‘Gestão de compras: aprenda a fazê-la de forma eficiente!’.

Como fazer a redução de custos operacionais de uma empresa?

Agora que você já sabe o que é e a importância de tomar decisões estratégicas quando se trata de redução de custos operacionais, reunimos algumas dicas simples e fáceis de como colocar em prática para obter bons resultados.

1. Conheça os setores e os processos da empresa

Para que a redução de custos operacionais seja positiva, primeiro, é necessário conhecer as demandas de cada setor da empresa e os processos que são realizados em cada área.

Afinal, todas as operações impactam no valor mensal que a empresa precisa gastar para se manter. Então com uma lista organizada em mãos, a equipe de gestão de custos pode analisar o que cada setor gasta e criar ações de melhoria, sem prejudicar a continuidade dos processos.

2. Invista em tecnologia para otimizar o trabalho

Pode parecer uma dica contra a redução de custos operacionais, mas o investimento em soluções de tecnologia contribui para a diminuição do desperdício.

O próprio trabalho de gestão de custos pode ser mais eficiente se a empresa investir em um software financeiro que agilize as análises. Comprar uma máquina nova ou alugar um equipamento também pode aumentar a capacidade produtiva e demandar menos tempo da equipe.

Lembrando que equipamentos mais modernos são mais econômicos, ou seja, gastam menos energia, o que ajuda a diminuir a conta de luz mensal.

3. Faça adaptações na estrutura física

O desperdício, seja de tempo, matéria-prima, espaço, etc., pode gerar despesas que oneram as contas desnecessariamente.

Para fazer uma redução de custos operacionais inteligente, analise onde a empresa ainda não consegue ser tão eficiente e planeje formas de adaptar a estrutura física para facilitar o desenrolar do trabalho no dia a dia.

Organizar a área de produção para evitar que os funcionários se acidentem em caixas ou ferramentas que ficam espalhadas é um exemplo simples. Porém, se não existir essa atenção, um funcionário pode se acidentar e ficar parado por meses, gerando uma despesa grande para a empresa.

4. Analise o fluxo de caixa e elimine despesas supérfluas

Essa dica para redução de custos operacionais é curinga! O fluxo de caixa mostra todas as saídas e entradas de dinheiro realizadas diariamente pela empresa.

Por isso, é uma ferramenta muito útil para identificar onde são feitos gastos supérfluos. Por exemplo, a empresa tem um custo alto com copos plásticos e decide eliminá-los. No lugar, a equipe ganha canecas ou garrafas que podem ser reaproveitadas e enchidas nos bebedouros.

5. Aumente sua rede de fornecedores

Se a sua empresa depende de um único fornecedor, a chance de você estar pagando muito caro para ele é grande. Então, para contribuir com o processo de redução de custos operacionais, aumente sua rede de fornecedores.

Dessa forma, você garante tanto um preço competitivo por meio da boa e velha pechincha quanto evita ficar desabastecido caso o seu fornecedor principal não possa atendê-lo.

Leia também >>> Gestão de fornecedores: o que é + 6 dicas de como fazer.

Tenha bons processos para gestão de custos operacionais

A redução de custos operacionais passa por diversas áreas de uma empresa e é com essa visão global que a gestão de custos consegue obter bons resultados, sabendo onde investir e no que poupar.

Uma das áreas onde as empresas podem ter mais sucesso é em eficiência energética. A energia elétrica é um recurso essencial que pode ser reduzido sem trazer prejuízo para as operações.

Migrando para o Mercado Livre de Energia, é possível economizar até 35% da conta de luz e terceirizar toda a operação de energia elétrica da sua empresa.

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