Indicadores de desempenho ambiental: o que são e quais analisar?

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Os indicadores ambientais são dados extraídos a partir das atividades de uma empresa, que avaliam o desempenho dos esforços realizados por meio das políticas de sustentabilidade do negócio.

Acompanhar essas métricas é uma forma de mensurar o impacto que as operações geram no meio ambiente e também de evoluir nas boas práticas à medida que a empresa conquista melhorias.

Para ser uma empresa sustentável é fundamental conhecer quais são os indicadores de desempenho ambiental e, a partir deles, traçar metas para reduzir os impactos causados pelas atividades.

Essa é uma tarefa de gestão interna muito importante que ganha força no mercado, pois hoje, as empresas que se preocupam com o meio ambiente e criam formas de otimizar seus processos se destacam das concorrentes.

Como cada negócio tem suas características próprias e exerce uma influência diferente com suas atividades, saber como direcionar a análise dos indicadores é fundamental.

Continue a leitura e entenda o que é, quais são e a importância de estabelecer indicadores de desempenho ambiental.

Boa leitura!

O que são indicadores de desempenho ambiental?

Os indicadores de desempenho ambiental são informações que a empresa extrai sobre suas atividades para melhorar a performance de seus processos e reduzir os impactos dos mesmos no meio ambiente.

A gestão ambiental é importante para todo tipo de negócio, mas as grandes indústrias produtoras que geram muitos resíduos e movimentam uma grande cadeia de produção e distribuição são as que mais investem nesse monitoramento.

Outro fator que torna a mensuração de indicadores de desempenho ambiental tão relevante é que a sustentabilidade passou a ser um valor estratégico no mercado.

Empresas que processam e avaliam seus dados ambientais conseguem mostrar que estão alinhadas com o desenvolvimento sustentável.

Em um mundo com recursos finitos, ter uma visão de curto, médio e longo prazo dos impactos causados e ações para otimizar essa influência mostra que o negócio está atento às demandas atuais.

A comunicação depois que os dados são mensurados também é uma iniciativa que complementa o trabalho, afinal, mostrar informações concretas traz mais credibilidade frente aos diversos públicos da empresa como consumidores, fornecedores e parceiros.

Leia também: Como e por que fazer uma mitigação de riscos ambientais.

Quais são os indicadores de desempenho ambiental?

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Agora que você já sabe o que são os indicadores de desempenho ambiental, deve estar se perguntando quais deve selecionar e mensurar no seu negócio, não é mesmo?

Nesse caso, não existe exatamente uma resposta padrão para todas as empresas. Cada tipo de negócio tem um modo de operação e, consequentemente, exerce uma influência no meio ambiente. Por isso, a lista de indicadores varia.

Para auxiliar no processo de definição, mensuração e análise dos indicadores de desempenho ambiental, muitas empresas adotam a Norma ISO 14031.

As regras da norma auxiliam na implementação de uma gestão ambiental consistente e adequada à realidade de cada negócio.

Com essa orientação, é mais fácil ser objetivo ao estabelecer as metas relevantes, facilmente entendidas e também alcançáveis.

A partir dos dados selecionados, é possível avaliar os esforços feitos para alcançar as metas ambientais e se estão dando certo ou precisam de ajustes.

É importante destacar que a Norma ISO 14031 é aplicável a empresas de todos os tamanhos e segmentos de negócio, independentemente da complexidade do serviço/produto produzido e da localização.

Mas ela não funciona como uma certificação. É uma ferramenta de gestão interna que orienta o trabalho relacionado às práticas ambientais.

Tipos de indicadores ambientais

Seguindo as regras da ISO 14031, os indicadores de desempenho ambiental podem ser divididos em duas categorias: os indicadores gerenciais e indicadores operacionais.

O indicadores gerenciais são dados relacionados às ações internas que impactam o desempenho ambiental do negócio como:

  • horas de treinamento para equipe de colaboradores;
  • parcela para investimento em pesquisa dentro do planejamento financeiro;
  • adequação da empresa a normas ambientais do setor, entre outras.

Já os indicadores operacionais vão mostrar os resultados que as atividades diárias tem no meio ambiente como:

  • uso de combustíveis fósseis nas operações;
  • geração de resíduos sólidos ou líquidos;
  • emissão de gases estufa, como o carbono;
  • quantidade de energia gasta por produto ou produção.

Implementando uma Avaliação de Desempenho Ambiental com o apoio da ISO 14031, é possível alinhar seu negócio com as práticas atuais para preservar e oferecer mais qualidade de vida no presente e no futuro.

Leia também: O que é o PNE 2050? Conheça as diretrizes para uso de energia.

Quais as vantagens dos indicadores ambientais?

A frase abaixo do famoso estatístico William E. Deming ressalta de forma objetiva as vantagens de mensurar os indicadores de desempenho ambiental:

“Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende e não há sucesso no que não se gerencia”.

Informação consistente é o ponto de partida para fazer análises assertivas e evitar que o seu negócio cause desastres ambientais.

Com dados em mãos, a equipe pode trabalhar para melhorar o gerenciamento de resíduos, criando um plano para diminuição até reduzi-lo totalmente.

Outra vantagem é não ser autuado por órgãos oficiais por descumprimento de padrões ambientais, o que gera gastos com pagamentos de multas e processos.

Dicas para definir indicadores de desempenho ambiental na indústria

Na hora de escolher entre os indicadores de desempenho ambiental quais serão avaliados no seu negócio, priorize os seguintes aspectos:

  • simplicidade e facilidade de interpretação: escolha métricas que mostram objetivamente a evolução como aumento ou diminuição;
  • gastos otimizados: a menos que seja necessário, selecione indicadores que possam ser obtidos sem necessidade de exames e análises complexas que vão gerar custos altos;
  • agilidade para calcular: quanto acessíveis forem os dados, mais rápida é a execução dos cálculos;
  • usar unidades de medidas conhecidas: toneladas, kilowatts, metros cúbicos, porcentagem são alguns exemplos de medidas objetivas e que dão clareza aos indicadores.

Acompanhe o desempenho ambiental do seu negócio

Os indicadores de desempenho ambiental podem ajudar o seu negócio a otimizar diversos processos, incluindo a utilização de energia.

Além de analisar onde é possível diminuir o consumo, também auxilia no estudo para adquirir energia de forma mais barata e de fontes limpas e sustentáveis.

O caminho para essa solução pode estar na migração para Mercado Livre de Energia. Não sabe como funciona? Assista ao vídeo abaixo e descubra se o seu negócio pode migrar:

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Transição energética: o que é e como o Brasil está nesse contexto?

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A transição energética é o processo pelo qual um país passa ao fazer mudanças em suas matrizes energéticas para sair de uma produção rica em gases estufa (ex: petróleo, carvão) e investir em fontes de energia renováveis e mais limpas, o que tem como objetivo assegurar a longevidade do sistema.

Nos últimos anos, a preocupação com os efeitos da emissão excessiva de gases como o carbono no meio ambiente colocou o mundo inteiro em alerta.

Eventos como a Eco-92 em 1992 e a Rio+20 em 2012, ambos promovidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), e a COP21 em 2015, exemplificam que a preocupação com a sustentabilidade e a capacidade dos países de lidarem com os efeitos da exploração dos recursos é um tema muito importante.

O Acordo de Paris, assinado na COP 21, por exemplo, reuniu a assinatura de 195 países que se comprometeram a frear suas emissões de gases que causam o efeito estufa e, consequentemente, o aumento da temperatura global.

Por isso, o conceito de transição energética não poderia ser mais atual, pois é importante buscar a eficiência energética, ou seja, aproveitar melhor o potencial das fontes de energia não só gastando menos, mas também evitando desperdícios.

Continue a leitura e entenda melhor o processo de transição, os objetivos que se pretende alcançar com essa iniciativa e o cenário da transição energética no Brasil.

O que é transição energética?

O conceito de transição energética está atrelado às mudanças feitas nas fontes geradoras de energia em um país, migrando de soluções que geram excesso de resíduos como petróleo para fonte renováveis como energia solar, eólica, biomassa, entre outros.

Diante de um cenário onde o excesso de poluição gerado pelos países do mundo provoca preocupações que são discutidas a anos, é importante ter atenção a desigualdade dentro desse cenário.

O estudo Tracking SDG 7: The Energy Progress Report destaca que se não acontecer mudanças profundas, em 2030, 660 milhões de pessoas ainda não terão acesso à eletricidade.

O relatório joga o holofote no trabalho por vir, mas destaca também que nos últimos anos (2010 a 2019, período analisado pelo estudo), mais de um bilhão de pessoas obtiveram acesso a energia elétrica, principalmente, através de fontes renováveis.

Então, a transição energética é um caminho que todas as nações devem percorrer como forma de preservar o planeta e seus recursos para as gerações futuras.

Além de promover mais qualidade de vida para a sociedade atual que já sente os impactos do aumento da temperatura global, que a cada ano evidencia o que os excessos vêm causando para a coletividade.

Qual o objetivo da transição energética?

O objetivo da transição energética é colocar os países em movimento na busca de formas mais sustentáveis de atender as demandas da sua população.

A busca por um desenvolvimento sustentável significa que existe uma preocupação com o presente e com o futuro para que a eficiência energética exista na prática.

Então, o objetivo dessa transição também envolve a educação sobre o uso da energia.

Mesmo vindo de recursos renováveis, a energia deve ser melhor aproveitada, afinal, esse recurso ainda não chega para todos no planeta.

No Brasil, por exemplo, em áreas remotas dos estados da região Norte, o consumo elétrico representa menos de 1% do consumo do país.

Devido a essa limitação, para ter acesso a eletricidade, essas áreas recorrem a combustível fóssil que custa caro, polui mais e é de difícil acesso.

De olho na transição energética, diversos projetos na região focam no uso da energia renovável como a energia fotovoltaica para melhorar o acesso nessas comunidades isoladas.

Iniciativas como essa, reforçam o motivo pela qual as fontes renováveis são estratégicas, pois elas podem ser implementadas para aproveitar melhor a capacidade do local que precisa de energia.

Como e quando deve se processar a transição energética brasileira?

O Brasil já investe em iniciativas relacionadas à transição energética.

Dentro da ANEEL, existe a área que se dedica a Pesquisa de Eficiência Energética para estudar a viabilidade de uso de soluções geradoras como energia solar, energia biomassa, energia eólica, entre outras.

Por ser um país de extensão territorial grande, com condições climáticas diversas, os recursos renováveis conseguem ser muito bem explorados e existe muito espaço para inovação.

De acordo com o último Balanço Energético Nacional (BEN) divulgado pelo Ministério de Minas e Energia, o uso de fontes renováveis já representa 46,1% da matriz energética do Brasil.

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Fonte: Relatório BEN 2020.

O balanço também destacou o crescimento da energia solar que aumentou 92% e o da energia eólica que aumentou 15.5%.

O cenário é positivo e mostra que o país está atento às questões energéticas. E isso se justifica pelo crescimento do consumo: no uso residencial subiu 3,5%; enquanto o uso comercial subiu 4,5%.

Avaliando o panorama como um todo, o Brasil se destaca no cenário mundial usando três vezes mais fontes renováveis que a média.

Além do investimento interno, o Brasil, assim como outros países, se comprometeu junto a Organização das Nações Unidas (ONU) em setembro de 2016 a:

  • reduzir em 37% emissões de gases estufa até o ano de 2025; e
  • reduzir 43% os níveis de emissão até 2030.

Outras iniciativas com as quais o país se comprometeu foram:

  • aumentar em 18% a participação de bioenergia na matriz nacional;
  • tornar o setor elétrico 10% mais eficiente;
  • atingir 45% de participação de fontes renováveis na matriz energética nacional.

Leia mais sobre o cenário atual no artigo: Energia renovável no Brasil: confira oportunidades, desafios e exemplos de empresa que utilizam.

Quer alinhar sua empresa com a transição energética?

Entender o que é o processo de transição energética é importante, pois alinha governo e sociedade na busca por um mundo com mais qualidade de vida para todos.

Ter um negócio com objetivos de longo prazo é um desafio que passa também pela eficiência energética conquistada com a execução das operações diárias.

Por isso, muitas empresas buscam alternativas para encontrar novas fontes e o Mercado Livre de Energia abre uma nova porta.

Veja no vídeo abaixo e entenda como funciona e quem pode migrar para esse mercado:

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Gestão de fornecedores: entenda a importância e como fazer

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A gestão de fornecedores é essencial para toda empresa que precisa de terceiros para suprir necessidades do seu negócio.

Com organização e profissionalismo, é possível criar um relacionamento sólido e duradouro com os fornecedores, o que garante os melhores preços, além de condições de pagamento flexíveis.

Por isso, aprender como fazer esse processo ajuda a manter as atividades funcionando sem problemas como a falta de insumos e matéria-prima.

Continue a leitura e entenda o que é, a importância e como fazer a gestão de fornecedores, criando processos eficientes.

Boa leitura!

O que é gestão de fornecedores?

A gestão de fornecedores é o processo que auxilia o planejamento e o gerenciamento de empresas terceirizadas para garantir as melhores negociações em relação aos serviços prestados, formas de pagamento e prazos.

Esse conjunto de técnicas otimiza a prestação do serviço, além de garantir que o seu negócio seja:

  • atendido corretamente;
  • receba as atualizações necessárias;
  • funcione sem grandes problemas.

Quem faz parte dessa equipe precisa se empenhar na pesquisa e negociação com os fornecedores para encontrar aqueles que atendem a necessidade da empresa.

Isso porque o fornecedor também precisa estar comprometido a entregar um produto ou serviço da maneira que foi negociado.

Leia também: Indicadores de produção industrial – 7 métricas indispensáveis para uma gestão mais qualificada e com base em dados concretos.

Qual a importância da gestão de relacionamento com o fornecedor?

A gestão de fornecedores é importante porque ela garante que as atividades que dependem do serviço ou produto terceirizado continuem sem nenhuma interrupção.

Com isso, o negócio consegue manter suas operações otimizadas e enxutas, conseguindo atender os clientes com a mesma qualidade que recebe.

Existem possibilidades de terceirizar diversas partes das operações, desde matéria-prima, serviço de limpeza, até compra de energia (para empresas que estejam dentro do ACL).

Cada um desses fornecedores é importante para que tudo funcione como deveria.

Mas como executar um plano de gestão eficiente para os fornecedores? O que fazer para obter o que a empresa precisa da melhor forma? Confira as dicas no próximo tópico!

Como fazer a gestão de fornecedores?

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1. Faça pesquisas detalhadas sobre o fornecedor

É vantajoso construir relacionamentos de longa data, mas sempre que for necessário trocar de fornecedor ou contratar um novo pesquise bastante antes.

Cheque o site oficial da empresa, o status do CNPJ, redes sociais, os alvarás e permissões necessárias para a prestação do serviço, etc.

A gestão de fornecedores já começa nessa fase, pois escolhendo uma empresa idônea, você poupa seu negócio de problemas futuros.

2. Pesquise avaliações de antigos clientes

Muitos fornecedores disponibilizam depoimentos em seus sites que ajudam bastante a analisar se aquele fornecedor traz resultados positivos ou não.

Suponhamos que você deseja mudar de fornecedor de energia, mas quer opiniões de pessoas que fizeram essa transição.

Entrar em contato com colegas de outras empresas pode ajudar muito a entender o trabalho na prática, além de buscar a assessoria de uma empresa especializada.

Quer ver na prática como essa mudança acontece? Leia o Case de migração para o Mercado Livre de Energia da Rich’s.

3. Solicite mais de uma proposta e compare

Outro ponto importante da gestão de fornecedores é comparar propostas de empresas diferentes.

Se o processo de gerenciamento for bem organizado, é fácil identificar quando existe a necessidade de trocar ou atualizar um fornecedor e se planejar com antecedência.

Assim, você pode pesquisar fornecedores em potencial, filtrar as melhores opções e comparar tanto preço quanto qualidade do serviços, vantagens oferecidas, etc.

4. Acompanhe a prestação do serviço

Depois de fechar o contrato, a gestão de fornecedores continua, pois é necessário garantir que a empresa está recebendo aquilo que contratou.

Então, se você passou a comprar energia fora do circuito oficial das grandes distribuidoras, por exemplo, precisa checar se:

  • se a cota comprada é suficiente;
  • se a energia será compatível para a produção;
  • se está em dia com as obrigações, entre outros pontos.

Receber o serviço corretamente e com qualidade é essencial para que a rotina do negócio se desenvolva corretamente.

Leia também: Entenda o que é o CCEAL de energia e saiba como funciona esse tipo de contrato.

5. Cumpra os prazos acordados

Um ponto que facilita muito a gestão de fornecedores é estabelecer relacionamentos duradouros e próximos com eles.

Quanto menos você precisar mudar, melhor. Isso ajuda a manter o padrão de qualidade do serviço prestado, o que deixa os clientes da sua empresa sempre satisfeitos.

Para isso acontecer, cumpra sempre os prazos de pagamento acordados na negociação, antecipe-se se algum imprevisto acontecer e não deixe uma data vencer sem dar uma explicação.

Essa postura garante uma gestão de relacionamento com o fornecedor duradoura.

6. Faça uma avaliação anual dos fornecedores

Outro ponto importante da gestão de fornecedores é a avaliação dos serviços prestados com uma certa frequência.

A avaliação pode ser anual, mas também pode ser mensal, dependendo do tipo de serviço prestado pela empresa.

É importante analisar com a equipe os pontos altos e baixos para decidir pela renovação do contrato ou não.

Crie um questionário com perguntas com os pontos fundamentais da prestação do serviço para facilitar a análise. Assim, a equipe consegue ser objetiva e tomar decisões consistentes.

Como está a gestão de fornecedores na sua empresa?

Dentro dos processos de negócio, a gestão de fornecedores é muito estratégica, pois é um serviço que precisa contribuir para a empresa alcançar suas metas.

Se o seu negócio está em busca de economia na conta de energia, conhecer como funciona o Mercado Livre de Energia e se é possível migrar para ele pode ser a solução.

No vídeo abaixo, você pode entender em detalhes esse processo:

Para conseguir executar cada etapa da forma correta, conheça a Esfera e saiba quais estratégias de contratação podem favorecer mais o seu negócio.

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Como os governos podem economizar energia? Conheça iniciativas atuais

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O Brasil vive uma das maiores crises hídricas dos últimos tempos. Especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, a seca é a pior registrada nos últimos 91 anos. Esse cenário leva ao aumento da conta de luz e a necessidade de poupar gastos. Então, como os governos podem economizar energia?

Como responsáveis pela geração, distribuição e monitoramento da matriz energética nacional, setores como o Ministério de Minas e Energia e a ANEEL se empenham em conscientizar a população.

No Brasil, a dependência das hidrelétricas, que são responsáveis pela produção de 65% da eletricidade do país, colocou os responsáveis pela gestão em estado de alerta.

Isso aumenta ainda mais a importância de planejar ações imediatas para equilibrar o consumo tanto nas residências quanto nas empresas.

Por isso, vemos iniciativas constantes do governo federal para conscientizar toda população.

Neste artigo, vamos mostrar o que está acontecendo, quais iniciativas já foram implementadas, como isso afeta o valor da energia e também iniciativas no Brasil e em outros lugares do mundo que reforçam a importância de economizar energia.

Boa leitura!

Consequências da crise hídrica no Brasil

Como destacamos na abertura do texto, a atual crise hídrica nacional é a mais severa dos últimos 91 anos.

Com a força energética do Brasil concentrada nas hidrelétricas, quando falta chuva o nível dos reservatórios diminui e medidas de contenção são necessárias.

Um dos primeiros movimentos que acontece nesses casos é o acionamento das usinas termoelétricas, movidas a óleo ou diesel.

Como o custo de operação dessas usinas é mais alto, o consumidor arca com parte dele, pois a ANEEL reajusta a tarifa de energia.

Desde 2015, vigora no país o sistema de bandeiras tarifárias que representa a variação no custo de energia e possui três faixas: verde, amarela e vermelha.

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Então, à medida que fica mais caro produzir a energia que é consumida, a bandeira é trocada e o valor total da conta de luz aumenta.

Apesar de oneroso para o consumidor, essa medida acontece para preservar as hidrelétricas e manter a capacidade dos reservatórios para que seja possível gerar energia.

Além disso, o governo também reajusta o uso das hidrovias como a Tietê Paraná, uma das principais do país, também com o objetivo de economizar energia.

Outro investimento relacionado a como os governos podem economizar energia são as campanhas de conscientização da população.

Esse é um passo essencial, pois o consumo consciente também é importante para as pessoas não sofrerem tanto com o aumento da tarifa.

Como os governos podem economizar energia?

O governo federal por meio do Ministério de Minas e Energia (MME), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) encabeça as campanhas de economia de energia no país.

A seguir, vamos conhecer algumas iniciativas no Brasil e no mundo relacionadas ao uso consciente da energia e de como as fontes renováveis são a saída nas quais muitos países investem.

Campanha Consumo Consciente Já

A educação é uma das principais formas de como os governos podem economizar energia. Afinal, com uma população consciente dos recursos disponíveis, é possível incentivar práticas simples, mas que causam um grande impacto.

A atual campanha ‘Consumo Consciente Já’ traz como mote a frase: “Se desperdiçar, vai faltar”.

Essa é uma iniciativa do governo federal para todo país como forma de chamar a atenção da população para evitar desperdício de energia.

O site oficial traz algumas dicas essenciais de como economizar energia na hora de utilizar eletrodomésticos como:

  • televisão;
  • computador;
  • ar-condicionado;
  • ferro;
  • chuveiro elétrico;
  • máquina de lavar;
  • iluminação.

Confira abaixo um dos vídeos produzidos para a campanha ‘Consumo Consciente Já’:

Outras ações governamentais de economia

Além de educar o consumidor, existem outras formas como os governos podem economizar energia. E não estamos falando só no Brasil, mas veremos as iniciativas internacionais nos tópicos seguintes.

Os leilões de energia vêm sendo feitos no Brasil como forma de diversificar a matriz energética. Principalmente para as fontes de energia renovável com o objetivo de produzir energia limpa, de fontes mais baratas e sustentáveis.

Além disso, para reforçar o sistema de transmissão nacional, o governo investe no Sistema Interligado Nacional (SIN).

Essa rede permite que a energia produzida em uma região seja transportada para outra, o que ajuda a reduzir a dependência da produção local.

Programa Energy Star

O programa Energy Star também é outro exemplo de iniciativa de como os governos podem economizar energia.

Esse projeto do governo norte-americano também funciona de forma educativa e tem como objetivo fornecer informações de credibilidade e embasadas para ajudar os consumidores a fazerem escolhas melhores.

Existe, inclusive, um selo ‘Energy Star’ que identifica produtos que são eficientes energeticamente.

Também existe um tipo de certificação para prédios que são construídos pensando em eficiência energética.

O programa tem excelentes resultados. De acordo com o site oficial, o selo Energy Star é reconhecido por 90% dos americanos.

Investimentos em energia renovável na Europa

Na Europa, a forma como os governos podem economizar energia está no investimento em energia renovável.

Na União Europeia, as instalações fotovoltaicas para captação de energia solar estão sendo implementadas por todo o continente.

Além do sol, a energia eólica, produzida pelo vento, também é outro investimento que países como a França estão investindo.

O país aprovou cerca de 300 projetos relacionados a fontes renováveis como forma de melhorar a infraestrutura energética do país, além de focar na recuperação econômica pós-pandemia da Covid-19.

Quer economizar nos custos de energia?

Além de saber como os governos podem economizar energia para orientar as iniciativas da sua empresa, existem novas formas de baratear a compra de energia.

Isso é possível migrando para o Mercado Livre de Energia. Veja no vídeo abaixo e entenda como funciona e quem pode migrar para esse mercado:

Baixe também o e-book da Esfera de como fazer a migração para o Mercado Livre de Energia. Conheça todos os passos, documentos e contratos necessários para o processo.

O que é a ANEEL? Entenda o trabalho e as funções da agência

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ANEEL é a sigla para Agência Nacional de Energia Elétrica que é vinculada ao Ministério de Minas e Energia. Sua função é regular, fiscalizar, estabelecer tarifas, entre outras funções relacionadas à relacionadas à geração, transmissão, distribuição, consumo e comercialização de energia elétrica no Brasil

A agência é classificada como uma autarquia em regime especial, pois segue leis específicas e possui autonomia para as tomadas de decisão sobre o setor.

Você já deve ter reparado, principalmente, quando o assunto é a tarifa de energia e seus reajustes, que a fonte que é consultada pelos jornais e telejornais é sempre a ANEEL.

Atualmente, com a crise hídrica no Brasil, a ANEEL tem divulgado previsões sobre o custo de energia e já afirmou que, em 2022, pode haver um aumento de 16,7% na tarifa.

Por isso, é importante conhecer o que é ANEEL, o que ela faz e como atua no setor elétrico. Continue a leitura e confira o artigo completo! 

O que significa ANEEL?

Agência Nacional de Energia Elétrica, mais conhecida como ANEEL, é uma “autarquia em regime especial” que atua dentro do Ministério de Minas e Energia.

Criada em dezembro de 1997 com a aprovação da Lei nº 9.427/1996 e do Decreto nº 2.335/1997, o trabalho da ANEEL é regular o setor elétrico no Brasil.

Todas as definições feitas são voltadas para que a população seja atendida e beneficiada com um serviço de qualidade e instituído de forma transparente.

Como a maioria do setor público, a ANEEL tem sua missão, visão e valores institucionais que reforçam o compromisso e o objetivo de suas funções.

De acordo com site oficial da agência, a missão da ANEEL, ou seja, o propósito para a Agência existir é:

“Proporcionar condições favoráveis para que o mercado de energia elétrica se desenvolva com equilíbrio entre os agentes e em benefício da sociedade”.

Já a visão, que é onde a ANEEL planeja chegar seu trabalho durante o período de 2018-2021, é:

“Ser essencial para assegurar a qualidade e a sustentabilidade do serviço de energia elétrica”.

Por fim, os valores, que também são definições estratégicas para a gestão de qualquer órgão ou setor público e privado, são:

  • Autonomia;
  • Compromisso com o interesse público;
  • Diálogo;
  • Efetividade;
  • Equilíbrio;
  • Ética;
  • Imparcialidade;
  • Isonomia (igualmente perante a lei);
  • Previsibilidade;
  • Simplicidade;
  • Transparência.

Agora que você já entendeu o que é a ANEEL e quais os compromissos da Agência com a sociedade em geral, vamos entender melhor qual a função da ANEEL.

O que a ANEEL faz?

A equipe da ANEEL tem várias funções que estão ligadas a regulamentação do setor de energia elétrica.

Mas além de regular, ela também:

  • fiscaliza;
  • leiloa;
  • define direitos;
  • define tarifas;
  • estimula a inovação.

Regulação

Como todo serviço, a energia elétrica também tem uma regulamentação própria que é definida pela ANEEL.

Existem três categorias de regulação praticadas pela Agência:

  • a regulação de padrões técnicos para geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia;
  • a regulação econômica que envolve tarifas e mercado;
  • a regulação dos projetos de pesquisa.

Leilão

Qualquer serviço público que não seja prestado pelo Estado, só pode ser realizado por outras empresas mediante um processo de licitação.

Então, a ANEEL é a responsável pela contratação de concessionárias e permissionárias em três tipos diferentes de leilão:

  1. Leilão de Geração: para produção, transmissão e distribuição de energia elétrica;
  2. Leilão de Transmissão: para obras e empreendimentos de expansão do setor elétrico;
  3. Leilão de Distribuição: para a prestação exclusiva de distribuição de energia elétrica.

A ANEEL também autoriza, por meio de despachos, a construção e operação de novas estruturas do sistema (usinas, linhas de transmissão, comercializadoras de energia).

Definição de direitos

Outra atividade que a ANEEL faz é a regulamentação dos direitos e deveres do consumidor e das empresas no fornecimento de energia.

As ‘Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica’ estão registradas na Resolução Normativa n. 414/2010, uma atualização do texto original feita em julho de 2018.

Definição de tarifas

Sabia que não é a distribuidora de energia do seu estado que define a tarifa de energia que resulta no valor final da sua conta de luz?

É a ANEEL que determinada as alíquotas e as distribuidoras licitadas apenas recebem as resoluções da Agência para cobrar os consumidores.

Estímulo à inovação

Por fim, a ANEEL também faz o estímulo à inovação do setor no país, por meio dos programas de Pesquisa e Desenvolvimento, de Eficiência Energética e Parcerias Estratégicas.

O uso de recursos de forma inteligente é essencial para garantir a sustentabilidade e o desenvolvimento do país. Por isso, a ANEEL investe na pesquisa de novas tecnologias.

Leia também: Entenda o que é energia sustentável e sua importância para o futuro do planeta.

O que a ANEEL fiscaliza?

A ANEEL fiscaliza cada uma das partes que envolvem a prestação de serviços públicos e privados relacionados ao fornecimento de energia no Brasil.

Então, a Agência faz a fiscalização através de três superintendências:

  • Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG);
  • Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade (SFE);
  • Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira (SFF).
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Fonte: ANEEL.

O objetivo é garantir a qualidade do serviço, além de autuar aquelas que descumprem as normas com multas e, em casos graves, até perda de concessão.

Além disso, todo cidadão/usuário pode reportar problemas com os serviços de fornecimento de energia em um canal próprio criado para o registro de reclamações.

Entendeu o que é a ANEEL?

Agora que você sabe como a ANEEL gerencia o setor de energia elétrica, pode estar se perguntando como driblar as altas taxas cobradas atualmente.

Conhecer o Mercado Livre de Energia é o primeiro passo para abrir novas possibilidades de aquisição de energia de fontes alternativas e negociar tarifas diretamente com os fornecedores. Todos os contratos seguem as regras da ANEEL.

Está perdido e não sabe por onde começar? Então baixe o e-book da Esfera de como fazer a migração para o Mercado Livre de Energia. Conheça todos os passos, documentos e contratos necessários para o processo.